Arquivo da categoria ‘Notícias ambientais’

Produ    o agricola - Produ    o agricola

Controle de doenças em produção agrícola a baixo custo

O controle de uma das dores de cabeça dos produtores em Hidroponia,o Pitium (Pythium middletonii Sparrow e Pythium dissotocum Drechsler), teve um retrocesso em nossas observações a campo, com a utilização de Ozônio. Constituímos uma parceria com a Ozonebrás e ela nos cedeu um gerador de Ozônio para testes em estufa. Fizemos uma avaliação n uma pequenina bancada e agora estamos tratando de uma estufa completa com área total de seiscentos metros quadrados. A observação é que o controle foi eficaz já na primeira semana.
Isso passa a ser um elemento importante para a agricultura alternativa, visto que não tem a utilização de agroquímico e os resultados são rápidos. Ao levarmos a questão para a ponta do lápis, as vantagens são bem maiores. Economizamos no tratamento evitando o uso de agroquímico, ganhando em qualidade e aumentando o período do pós colheita, depois de colhidos e ao serem embalados, os produtos higienizados com Ozônio tem um tempo de prateleira muito maior, o que interessa sobremaneira o produtor e ao consumidor.O detalhe é que os produtos devem ser tratados logo antes de serem processados.
A desinfecção das caixas utilizadas, bem como todas as dependências de tratamento no pós colheita inclusive de todo o equipamento utilizado devem ser tratados com Ozônio, o que além de eficiente e eficaz, baixa o custo de todo o processo.
Estamos efetuando testes em manejos de gado leiteiro e eqüinos, pois a intenção é que esse gerador tenha múltiplas funções para que tenha um índice de aproveitamento superior e minimize ao máximo os custos da produção.
Outro detalhe interessante, mas ainda em testes, é a utilização do Ozônio para controle de nematóides no solo. Temos alguns resultados positivos, mas precisamos de mais para poder afirmar a ecicácia do Ozônio.

Produ    o agricola - Produ    o agricola

senhordafloresta

Meio ambiente para seres Humanos

Pode tudo - Pode tudo

Nosso blog, ressalta o meio ambiente e coisas afins.
Pode ser que alguém considere o texto abaixo como político, mas não é essa a intenção. Na realidade a intenção é que tenhamos um meio ambiente saudável para todos os seres viventes, e da forma que foram tomadas atitudes como as que repassamos abaixo, temos consciência que muitos seres semelhantes a nós serão afetados de várias formas.
Uma mata não é questionada quando se vai fazer uma queimada, um animal não é questionado no abatedouro, uma hortaliça não é consultada se quer reproduzir ou virar alimento, apenas é colhida e dessa forma encerra seu ciclo.
Mas nós seres humanos, podemos fazer alguma coisa mais coerente, pois temos o direito de defesa denominado título de eleitor.
Fraterno abraço a todos ! ! !
Senhor da Floresta.

Itamaraty não tem ato secreto. É tudo às claras

Embora nunca tenhamos sentido a menor falta, o Brasil já conta com
importante representação diplomática em Bamako. Não sabe o prezado
leitor onde fica? Ora, Bamako é a trepidante capital do Mali, nação da
África ocidental. Fala-se francês por lá, já que nos anos 1880 foi
possessão francesa.

Se o querido leitor não tiver achado Bamako importante podemos ampliar
a oferta. Que tal Baku, capital e porto do Azerbaijão? Talvez
Belmopan, onde temos igualmente vigorosa presença diplomática.
Belmopan, apesar de capital, é sossegada cidade de menos de 15 mil
habitantes, no distrito de Cayo, Belize.

Temos mais. Na verdade, temos mais de quarenta países nos quais o
Brasil abriu embaixadas e consulados-gerais nos últimos dois anos.
Lugares como Basse-Terre, Castries, Conacri, Cotonou, Cartum,
Gaborone, Malabo, Novakchott, Roseau, St. Georges, St. John’s ou
Uagadogu (só por curiosidade, é a capital de Burkina Fasso), entre
outros. A maioria, certamente, só o chanceler Amorim alguma vez na
vida ouviu falar.
Mas não se pode dizer que padeça o Itamaraty da falta de sizo do
Senado. Não se verá, no ministério de Celso Amorim rastros de atos
secretos ou bandalheiras tão em voga hoje no Congresso. Nada disso.

Tudo o que ali se faz é estampado com todas as letras no Diário
Oficial. O problema é que algumas dessas novidades são produzidas com
o formato das batatas, outras a cor e a aparência das laranjas. Como
legumes e frutas não se somam, apenas aos iniciados é dado perceber o
que sai da caneta do ministro. O que aqui se mostra, portanto, é a
manifestação dos corredores do Itamaraty.

Essa farra de embaixadas, por exemplo, faz parte da senda brasileira
pelo mundo pobre. De quebra, se junta à obsessão por ocupar lugar
permanente no Conselho de Segurança da ONU. Como se China, Rússia e
Estados Unidos aceitassem a idéia. E se topassem, digamos, aumentar em
duas as cadeiras, o Japão e a Alemanha fossem ficar de fora para dar
vez ao Brasil.

Mas, se para fora essa festa esbarra no mundo real, para dentro
resulta em assalto ao bolso da pobre viúva. A escolha de nomes para o
primeiro posto dessas embaixadas e consulados gerais não chega a ser
problema. Ninguém chega a ir amarrado, mas o escolhido geralmente
recebe o posto como missão. Para os demais cargos, no entanto, o
exercício é penoso.

Dificilmente alguém que enxergue futuro na diplomacia se dispõe a
queimar um pedaço da vida num fim de mundo. Principalmente porque, num
lugar desses, a menor distração transforma o indigitado em peça de
almoxarifado. Quem aceita, embarca com a passagem de volta no bolso.
Nada além de noventa dias. O segredo aí é que, por um período desses,
além do salário ganham-se diárias. Um belo punhado de dólares que dá
para viver direito, enquanto o salário se soma à poupança.

Mas não só em direção ao desterro movem-se os destinos no Itamaraty.
Cuida-se ali também da vida afetiva dos escolhidos. Ano passado, por
exemplo, Antônio José Ferreira Simões, lotado no gabinete de Amorim,
foi feito embaixador em Caracas. Até aí, tudo bem. Pouco depois,
porém, o Brasil abriu um consulado-geral em Caracas. Quem foi nomeado
para o posto de cônsul? Ora, Mariangela Rebuá de Andrade Simões, a
senhora Ferreira Simões.

Também em 2008, o Brasil formalizou sua representação junto à
Organização Mundial do Comércio, a OMC. Para comandá-la foi escolhido
Roberto Carvalho de Azevedo. Só pessoas muito maldosas acreditam que a
escolha de Roberto para o posto guarda relação com o fato de Maria
Nazareth Farani Azevedo, chefe de gabinete do ministro, ter assumido o
comando da delegação brasileira na ONU ( ? ), ambos serem casados e as
duas delegações funcionarem na mesma cidade, Genebra.
Claro que deve ser absoluta coincidência, mas fenômeno semelhante
ocorreu com a designação, este ano, de Regina Maria Cordeiro Dunlop
para a delegação brasileira na ONU, entidade que, como se sabe, tem
sede em Nova York. Com Regina Maria no posto, o Brasil sentiu falta de
um consulado-geral na região. Instalou-o no distrito de Hartford,
estado de Nova York, e botou a comandar o lugar Ronaldo Edgar Dunlop,
casualmente marido de Regina Maria. (PS - No meu tempo havia consulado
em Nova York mesmo, na 5ª Avenida).

Mas não só de arranjos domésticos vive o Itamaraty. Pouco se fala para
fora de Brasília, mas já se torna visível ao mundo, por exemplo, o
talento da diplomacia brasileira no mercado imobiliário. Em apenas
duas investidas na área o ministério de Amorim garantiu para o próximo
governo uma herança difícil de esquecer. Em Nova Delhi, comprou por
cinco milhões de dólares o terreno (atenção: só o terreno) onde, um
dia, construiremos a embaixada. Em Genebra, pagou quarenta (atenção:
quarenta) milhões de dólares pelo prédio que abrigará as
representações brasileiras. A soma dos dois eventos surpreendeu até
funcionários habituados à largueza de gestos da nossa diplomacia. Nem
a secretaria-geral do Senado seria capaz de tamanho feito.
TUDO QUE ESTÁ CONTIDO NESSE E-MAIL É CÓPIA DO SITE ABAIXO. COMPROVE.
http://xicovargas.uol.com.br/index.php/114

PT   ESCADA DE LULA - PT   ESCADA DE LULA

senhordafloresta

Humato Macota

macota litro - macota litro

Nós da Macota Soluções Ambientais, temos uma produção de Ácidos Húmicos e Fúlvico sustentável temos a Patente de uma forma de extração a partir do Húmus de minhoca, o mesmo que Darwin denominou o Rei dos Fertilizantes.
Nossa produção em nada afeta o meio ambiente por que não é extraída de Turfas ou outras reservas naturais.
Pesquisamos por vinte e cinco anos até que conseguimos uma formulação adequada as exigências para ser denominado rei dos fertilizantes.
Trabalhamos apenas sob encomenda por enquanto, mas em breve passaremos a produzir para suprir grandes mercados.
As fruteiras tratadas com Humato Macota, tem um teor de bricks mais acentuado (mais adocicado) e as raízes aumentam consideravelmente, protegendo o vegetal contra calor e frio intenso.
As folhas ficam com um brilho mais intenso demonstrando um vigor extra, e dessa forma sofrendo menos os efeitos da evapo transpiração, o que em matéria de meio ambiente quer dizer menos agua na irrigação com um melhor aproveitamento pela planta.
Muitas vezes as donas de casa com suas plantinas de ambiente interno, ficam preocupadas com a saúde do mundo alarmadas pelos veículos de comunicação, sendo que dentro de sua casa, ela utiliza adubos químicos que por transpiração da planta poluem seu Lar, ocasionando problemas na maioria das vezes respiratórios no início, mas desencasdeando outra série de transtornos na saúde dos que coabitam o lar, e no final das contas a distração passa a ser um gasto a mais em remédios e consultas médicas.
O Humato Macota é indicado para qualquer tipo de vegetal, em caso de flores, as cores ficamm muito mais fortes e vistosas.
Experimente, o custo é pequenino e as vantagens são várias, entre em contato com a Macota.com.br e faça seu pedido, teste e depois fique cliente, pois vai gostar.

macotateste1 - macotateste1

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Acidos Húmicos

macota - macota

Produção turbinada
Ainda pouco conhecido no Brasil, o ácido húmico pode garantir um aumento médio de até 18% na produção agrícola:

Um fertilizante natural utilizado em grande escala na Europa e no Japão, mas recém-descoberto pelos produtores rurais brasileiros, tem potencial para mudar a agricultura nacional. O ácido húmico, produto extraído de resíduos provenientes de depósitos sedimentares, já é usado por alguns produtores de frutas no Nordeste, mas deve estar presente na maior parte das plantações, principalmente de cana-de-açúcar e soja, nos próximos anos. Seu baixo uso até o momento deve-se basicamente à vasta área disponível para agricultura no Brasil, mas, com uma demanda cada vez maior, os agricultores devem partir em busca de soluções para otimizar suas produções. É exatamente aí que entra o ácido húmico. Ainda não existem estudos definitivos sobre o assunto, mas os primeiros testes realizados pela Embrapa Solos confirmou que a utilização do produto pode garantir um aumento médio de até 18% na produtividade agrícola.
O ácido húmico funciona como se fosse um “exército de minhocas”, uma vez que despeja húmus em grande quantidade no solo e garante um enriquecimento acima do normal à terra. Por ser um produto relativamente novo e caro, ainda enfrenta uma certa resistência por parte dos produtores, mas deve provar seu valor em breve.
“Em um experimento realizado com soja pela Embrapa Solos, houve um ganho de até seis sacas por hectare. Isso é muita coisa. Seis sacas de soja podem ser vendidas por R$ 180, em média. Vale muito a pena”, explica Vinícius Benites, especialista em solos e nutrição de plantas da Embrapa Solos. “Eu tive um ganho de até 18% na produção em algumas experiências, mas houve uma variação”, pondera.

Os fabricantes acreditam em resultados ainda mais positivos quando da utilização do fertilizante em outras atividades, como a fruticultura. De acordo com João Artusi, diretor da DAG Agrícola, que produz o Vitaplus, o aumento de produção pode chegar a 30%, motivo pelo qual mais da metade dos agricultores da região do Vale do São Francisco vem utilizando o produto nos últimos anos. Hoje, mais de 1,2 milhão de litros de Vitaplus são vendidos anualmente no Brasil, a preços que variam entre R$ 25 e R$ 35 o litro.
Benites explica ainda que o ácido húmico também pode ser obtido de outras formas, como através do processo de compostagem de folhas ou até do carvão vegetal, método tido como ecologicamente correto. “Existe a possibilidade de fazer um ácido húmico sintetizado a partir de carvão. Em nossas pesquisas, este tipo de material teve exatamente o mesmo efeito do produto industrializado”, completa Benites, que vem trabalhando no aperfeiçoamento desse processo.

Fonte: ISTO É DINHEIRO, DINHEIRO RURAL.

eu sou o humus - eu sou o humus

frutas - frutas

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Personalidades - Johanna Döbereiner

Johanna Döbereiner

Hoje vou citar outro marco em minha vida profissional, “formadora” Dr.:Johanna Döbereiner

Nos idos de 1977, consegui através da professora Mariene e do Mestre Mariano Zatorre, um estágio com a Doutora Johanna, esse estágio dura até hoje, pois ela permanece vivinha em minha memória e seus conselhos também!
A doutora Johanna, sempre me incentivou a cultivar meu instinto pela natureza e senso de observação.
Segue uma pequenina homenagem a esse Ser que dedicou a vida ao meio ambiente.
Minha eterna gratidão, respeito e admiração!

joahnnadobereiner96 - joahnnadobereiner96

Johanna Liesbeth Kubelka Döbereiner

Johanna Döbereiner nasceu em Aussig, Checoslováquia, numa região cuja língua era o alemão. Seu pai, que era físico-químico, mudou-se com a família para a capital quando Johanna ainda era pequena, e foi professor de Química na Universidade de Praga. Era também proprietário de uma pequena fábrica de produtos químicos de uso na agricultura.

Terminada a Segunda Guerra Mundial, a população de língua alemã foi intensamente perseguida na Checoslováquia – os que sobreviveram foram expulsos do país. Foi o que aconteceu com Johanna, que seguiu com os avós para a Alemanha Oriental, onde trabalhou para o sustento dos três, numa fazenda, ordenhando vacas e espalhando esterco para adubar o solo. Com a morte dos avós, já idosos, conseguiu encontrar, na Bavária, pai, irmão, tia e primas. Sua mãe falecera em Praga, num campo de concentração instalado depois da guerra. Johanna foi, então, para a região de Munique. Trabalhou inicialmente numa pequena propriedade rural e, depois, numa fazenda maior, que produzia variedades melhoradas de trigo. Em 1947 iniciou o curso de Agronomia na Universidade de Munique, onde conheceu o estudante de Medicina Veterinária, Jürgen, com quem se casou em 1950. Nesse mesmo ano, seguindo os passos do pai, emigrou para o Brasil, com uma recomendação para o Serviço Nacional de Pesquisa Agropecuária, onde começou a trabalhar em Microbiologia do Solo. Seu filho mais novo, Lorenz, também iniciou uma brilhante carreira de cientista como geólogo mas foi tragicamente assassinado num assalto em 1997. A Sociedade Brasileira de Engenharia e de Geologia criou o Prêmio Lorenz Döbereiner para jovens geólogos. Johanna Döbereiner naturalizou-se brasileira em 1956. Morreu aos 75 anos, no dia 5 de outubro de 2000, em Seropédica, interior do Estado do Rio de Janeiro.

Ao chegar ao Brasil, em 1951, a doutora Johanna começou a trabalhar no Laboratório de Microbiologia de Solos do antigo DNPEA, do Ministério da Agricultura. Em 1957 era pesquisadora assistente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológi¬co – CNPq e, em 1968, pesquisadora conferencista. Entre 1963 e 1969, quando poucos cientistas acreditavam que a fixação biológica de nitrogênio – FBN – poderia competir com fertilizantes minerais, Johanna Döbereiner iniciou um programa de pesquisas sobre os aspectos limitantes da fixação biológica de nitrogênio – FBN – em leguminosas tropicais. O programa brasileiro de melhoramento da soja, iniciado em 1964, foi influenciado – como tantas outras pesquisas nas regiões tropicais – pelos trabalhos de Johanna Döbereiner, tendo representado, na época, uma quebra de paradigma.

Totalmente baseado no processo de FBN, o programa brasileiro de melhora¬mento da soja desenvolveu-se no sentido inverso ao da orientação dos EUA, maior produtor mundial de soja, que elaborava tecnologias de produção apoiadas no uso intensivo de adubos nitrogenadas. Os estudos da Dra. Johanna permitiram que a fixação do nitrogênio pelas plantas fosse feita pela bactéria rhizobium. Dessa forma, a soja gerava seu próprio adubo.

A alternativa brasileira de estabelecer simbioses eficientes com rizóbios permitiu a eliminação dos adubos nitrogenados na cultura da soja, o que representa uma economia anual de mais de dois bilhões de dólares para o Brasil. Foi assim que os produtores brasileiros de soja puderam ver diminuídos seus custos de produção e a soja conseguiu competir com sucesso no mercado internacional. A crise de energia aumentou o interesse na pesquisa sobre FBN, estendendo-a às associações entre gramíneas e micror¬ganismos diazotróficos. Foi constante a presença da Dra. Döbereiner nesses estudos, desde as descobertas iniciais da ocorrência de Azotobacter paspali em associação com raízes de Paspalum notatum, até as associações de várias bactérias diazotróficas em simbiose endofítica com plantas não leguminosas. Foram descobertas nove espécies de bactérias diazotróficas associadas a gramíneas, cereais e tuberosas. Os melhores resultados ocorreram com algumas espécies de cana-de-açúcar. O trabalho da Dra. Döbereiner permitiu o desenvolvimento de parcerias nacionais e internacionais com a Alemanha, os Estados Unidos e a Bélgica, assim como com outros países do Terceiro Mundo no qual a Embrapa Agrobiologia é considerada centro de excelência. Seu trabalho influenciou vários pesquisado¬res, principalmente seus discípulos Vera L. Divan Baldani e Verônica Reis, que dão continuidade à linha de pesquisa em FBN em plantas não-leguminosas. Autora de mais de 500 títulos, Johanna Döbereiner foi professora e orientadora de vários cientistas que hoje ocupam posição de destaque na pesquisa e na administração da pesquisa no Brasil, salientando-se Avílio Antônio Franco, Fabio Pedrosa, Helvécio De-Polli, José Ivo Baldani, José Roberto Peres, Maria Cristina Prata Neves, Maria de Fátima Moreira e Pedro Arraes, dentre outros. Em 1995, quando completou 71 anos, a comunidade científica organizou em Angra dos Reis, Rio de Janeiro, um simpósio internacional Sustainable Agriculture for the tropics: The role of Biological Nitrogen Fixation, do qual participaram 150 cientistas de 30 países. Os anais do encontro foram publicados em número especial da revista Soil Biology & Biochemistry, honraria que poucos expoentes da ciência no mundo obtiveram. Johanna Döbereiner teve assento na Academia de Ciência do Vaticano e foi dos poucos brasileiros a ter o nome presente na lista de indicações do Prêmio Nobel. Em 1996 recebeu o Prêmio por Excelência, Destaque Individual da Embrapa.

Prêmios:

por chagas última modificação 14/08/2008 15:31

1976
Prêmio Frederico Menezes Veiga da Embrapa.

1977
Membro efetivo da Academia Brasileira de Ciências.

1977
Ordem do Rio Branco (Oficial).

1977
Prêmio Agricultura de Hoje (Pesquisa) - Bloch Editores.

1978
Membro da Academia Pontifícia de Ciência do Vaticano, nomeada pelo Papa Paulo VI.

1979
Cidadã honorária do Rio de Janeiro.

1979
Prêmio Bernardo Houssay da OEA.

1981
Membro fundador da Third World Academy of Sciences.

1982
Homenagem cedida pelo XII International Congress of Soil Science - India.

1983
Membro Fundador da Third World Academy of Sciences.

1985
Promoção para Comendador na Ordem do Rio Branco.

1986
Premiada como destaque pela Sociedade Nacional de Agricultura.

1987
Distinção “A Lavoura 1986” da Sociedade Nacional de Agricultura.

1988
Cidadã honorária de Itaguaí.
Vallée de Biotecnologia, FENABIO concedido pela Associação Brasileira das Empresas de Biotecnologia (ABRABI).

1989
“Prêmio de Ciência 1989” da Unesco.

1989
Ordem Nacional do Mérito (oficial).

1990
Promoção na Ordem de Rio Branco para Grande Oficial.

1990
Ordem de Mérito de Primeira Classe da República Federal da Alemanha.

1991
Medalha Júlio 11 da Sociedade Mexicana de Microbiologia.

1991
Ordem de Mérito do Tribunal Superior do Trabalho, Brasília.

1992
Prêmio México de Ciência e Tecnologia entregue pelo Presidente do México.

1993
Grã-cruz da Ordem Brasileira de Mérito.
Prêmio Antônio Secundino de São José concedido pela FENAMILHO, Patos de Minas.

1994
Membro da Academia de Ciência em Nova York.

1994
Grã-cruz da Ordem Brasileira de Mérito.

1995
Medalha TWAS.
Honra ao Mérito da ESAL, MG

1996
Premiação por Excelência. Destaque Individual, Embrapa. Brasília, DF.

1997
Mulher do Ano – Prêmio outorgado pela revista Claudia.
Prêmio de Excelência Embrapa

1999
Indicação para o prêmio Nobel de química.

1999
Diploma de Mérito Profissional – CREA/RJ.

2000
Cientista citada pela revista Ciência Hoje no pôster comemorativo dos 500 anos do Brasil.

johannadobereiner - johannadobereiner

Fonte das informações: EMBRAPA.

senhordafloresta

ÁGUA! Um Bem Pouco Lembrado e Muito Mal Tratado

Agua na terra - Agua na terra

Um assunto que é pouco comentado e quando comentado visto de maneira estranha à realidade, é a preservação dos mananciais hídricos.
Há alguns anos, eu falava, insistia e persistia na verdade que é escondida quando desmatam topos de mata. Sabemos que as nascentes estão nas grotas e as tratamos de forma inadequada. O que se exige é um quase nada de área verde para garantir esse manancial que é a nascente ou olho d’água.
O interessante é que quando se trata de bombear água para algum lugar, são utilizados vários cálculos e em outras vezes a “experiência do vendedor”. Isso quando o próprio usuário não tem seus “cálculos precisos” de vazão.
Em ambos os casos temos algo em comum que são os vazamentos ou entradas de ar. Todos sabem que um vazamento irá interferir no bombeamento da água.
Quando vamos à realidade que é a proteção das matas de topo, tudo isso é esquecido! Não levamos em conta que ausência da vegetação, inibe o bombeamento e a ação dos ventos funciona como uma entrada de ar, ambos levando o lençol freático mais para o fundo em busca de se preservar. Não podemos esquecer de forma alguma que a água é um elemento vivo e por isso busca se manter viva!
Quando se desmata um topo, o sistema radicular de todos os vegetais que estão atuando ali há muito tempo, deixa de funcionar, acarretando uma baixa no bombeamento da água. Pois quando as plantas estão vivas ali, a sua respiração atua como uma bomba de sucção e também um filtro de oxigênio, como esses mais “modernos” á disposição no mercado.
Como disse no artigo anterior, dando como exemplo o Sr. Alberto Bannwart e o caso da grama inglesa, sito hoje os entusiastas da cana-de-açúcar que dizem em suas palestras que a cana simplesmente suga a água do solo e a transforma em sumo que depois de destilado é consumido pelo ser humano como álcool, seja em motores ou consumo humano. Grande exemplo: nosso chefe do executivo federal!
Portanto, precisamos de atitudes mais efetivas na preservação dos potenciais aqüíferos. Essa historinha de sacolas plásticas, garrafas PET, óleo de cozinha e minerais, restos de construção, já repercutiram o que tinha que ser repercutido.
Até hoje no mercado, quando abro meu bornal e retiro a sacola de pano, causo espanto em quem está por perto. Existe uma grande dificuldade de tornar esse gesto num ato comum. E como se faz em provas, responde-se o que se sabe primeiro e depois retornamos nas mais difíceis, por isso penso que devemos mudar o passo.
Muitas vezes essas pessoas engajadas nessas lutas, fazem uso de herbicidas, ou mesmo tiram matinhos nativos em operações manuais, para embelezar seus jardins. A tão detestada tiririca (Cyperus rotundusL.) tem seus bulbinhos na forma de pequenos dedos, que são para penetrar o solo de maneira a aerar, pois estão presentes em solos adensados. Interessante é que a ocorrência da tiririca se dá em, principalmente, países tropicais e subtropicais, onde encontra condições ideais para o seu desenvolvimento e por coincidência, muita água! E sem contar nas inúmeras utilidades da farinha, do chá, da Homeopatia e do Floral da Tiririca.
Bom mas como o assunto é a preservação dos mananciais hídricos, vamos insistir no fato que está exposto para quem quiser ver, não precisa de livros, pesquisas, nada! Apenas observar! Precisamos retomar os replantios de plantas mais úteis. O eucalipto está na contra-mão dessa estrada, temos outras alternativas para combustíveis e até mesmo para a indústria da celulose, mas será necessário uma ação consciente, pois esses grandes conglomerados, estão preocupados apenas nos lucros físicos absurdos. Não nos lucros ambientais! Jogam uma mínima parte no que eles entendem como preservação ambiental e até pagam teses para que essa idéia tenha pegadas ditas ecológicas, mas na realidade estão fazendo uma devassa em nosso ambiente completo e deixando-nos satisfeitos com o “meio ambiente” ! ! !
Bom se permaneceu alguma dúvida, suponho o seguinte: Façam pequenos açudes nos topos que foram desmatados, onde se plantou café, eucalipto, morango etc. As águas das chuvas ficarão represadas nesses topos e descerão lentamente, vocês verão de forma conclusiva que com o passar do tempo, as nascentes retornarão embaixo e irão sudindo, pois da forma indicada, tapou-se furos no bombeamento natural.
A natureza é muito sábia e sabe fazer uso dessa sabedoria, nós também somos sábios, mas perdemos a forma de cultivar essa sabedoria nata em cada um de nós.
Namaskár !
Fraterno abraço ! ! !

olhosdagua 1 - olhosdagua 1

senhordafloresta

Água

aguaaaa - aguaaaa

Comemora-se hoje o dia mundial da água, instituído pela ONU e 1993.
Sempre em minhas palestras comento sobre o uso de herbicidas (indiscriminadamente ou não), insisto nesse assunto, pois pior que isso só mesmo a idéia de poupar água.
Sim pois se poupar-mos a agua, simplesmente estaremos poluindo mais, muito mais! A água como todo ser vivo, precisa de liberdade, precisa circular. A memória da água fica estagnada quando parada e então como conseqüencia, temos uma perda de memória positiva. Lembram do livro “Memórias do Cárcere”? Pois então a água depois vem cobrar essa liberdade.
Com o uso de herbicidas, solta-se uma camada de dez centímetros da superfície do solo, e essa terra após uma chuva, vai descer até que um dia che gue ao mar. Mas antes disso, já causou nmuitos estragos e aquecimentos, pois a terra também é viva e a união de dois seres vivos, obviamente gera mais calor. Não precisa de explicação científica alguma para se entender isso.
Dia desses ouvi uma história interessante do sr. Alberto Bannwart, homem experiente e inteligentíssimo, proprietário da Flora Jardim do Moinho em Campo Limpo Paulista. Ele me contou sobre as gramas dos jardins Ingleses. Dizia ele que um Cidadão norte americano, do texas, quando aconteceu a descoberta do petróleo em território texano, ganhou muito dinheiro e resolveu dar uma volta pela europa. Ao passar pela Inglaterra, encantou-se com um castelo e seus Jardim. Contratou um engenheiro e mandou fazer uma réplica. Na hora do gramado, contratou especialistas. O tempo passou e nada da grama ficar linda como a que ele viu na Inglaterra. Retornou ao território da Rainha Elizabeth e questionou junto ao jardineiro do castelo. O jardineiro de forma simples, explicou que aquele gramado tinha mais de duzentos anos e então ele deveria aguardar um bom tempo, pois assim como árvores levam muito tempo pata serem formadas e mais tempo ainda para ficarem lindas e frondosas, a grama era um ser vivo. Adorei a história! A mais pura e cristalina verdade!!!
Bom voltando a água, quantos e quantos anos ela vem se formando, adquirindo memória ajudando na formação do planeta?
Nós temos uma passagem curta por aqui e ainda assim estragamos o que está ai ha tanto tempo!
Pensem bem sobre a água, a liberdade e a memória de um planeta!
Fraternas Saudações ! ! !

Abaixo, para corroborar o que digo segue uma reportagem de hoje:

ABIDJAN (Reuters) - A população mundial está poluindo os rios e oceanos com o despejo de milhões de toneladas de resíduos sólidos por dia, envenenando a vida marinha e espalhando doenças que matam milhões de crianças todo ano, disse a ONU nesta segunda-feira.

“A quantidade de água suja significa que mais pessoas morrem hoje por causa da água poluída e contaminada do que por todas as formas de violência, inclusive as guerras”, disse o Programa do Meio Ambiente das Nações Unidas (Unep, na sigla em inglês).

Em um relatório intitulado “Água Doente”, lançado para o Dia Mundial da Água nesta segunda-feira, o Unep afirmou que dois milhões de toneladas de resíduos, que contaminam cerca de dois bilhões de toneladas de água diariamente, causaram gigantescas “zonas mortas”, sufocando recifes de corais e peixes.

O resíduo é composto principalmente de esgoto, poluição industrial e pesticidas agrícolas e resíduos animais.

Segundo o relatório, a falta de água limpa mata 1,8 milhão de crianças com menos de 5 anos de idade anualmente. Grande parte do despejo de resíduos acontece nos países em desenvolvimento, que lançam 90 por cento da água de esgoto sem tratamento.

A diarréia, principalmente causada pela água suja, mata cerca de 2,2 milhões de pessoas ao ano, segundo o relatório, e “mais de metade dos leitos de hospital no mundo é ocupada por pessoas com doenças ligadas à água contaminada.”

O relatório recomenda sistemas de reciclagem de água e projetos multimilionários para o tratamento de esgoto.

Também sugere a proteção de áreas de terras úmidas, que agem como processadores naturais do esgoto, e o uso de dejetos animais como fertilizantes.

“Se o mundo pretende… sobreviver em um planeta de seis bilhões de pessoas, caminhando para mais de nove bilhões até 2050, precisamos nos tornar mais inteligentes sobre a administração de água de esgoto”, disse o diretor da Unep, Achim Steiner. “O esgoto está literalmente matando pessoas.”

(Reportagem de Tim Cocke)

gota dagua - gota dagua

senhordafloresta

Do barro vieste e ao barro retornarás ! ! !

Homem na mao de Deus - Homem na mao de Deus

Vida surgida do barro

O “Centro Ames de Pesquisas da Nasa” foi o responsável por um pronunciamento dos seus cientistas a respeito desta idéia em abril de 1985 (Mountainview/California). Entretanto, ela só foi pronunciada publicamente em Outubro de 1977 na Conferência do Pacífico sobre química, pelo chefe da equipe de cientistas do Centro Ames, James A. Loweless.
A idéia dizia respeito ao barro das praias dos mares antigos, tão importantes para o surgimento da vida na terra. “Supondo-se que simples aminoácidos (os componentes químicos de construção das proteínas) e os nucleotídeos (substâncias químicas de construção dos genes) que já tenham se desenvolvido na “sopa prebiótica”, no mar, começarram a se formar em cadeias quando depositados no barro que continha traços de matais como o níquel ou o zinco, secando depois”.
Os cientistas pesquisadores haviam descoberto o seguinte: “Os traços de níquel eram seletivamente mantidos só para os 20 tipos de aminoácidos comuns a todos os viventes, os traços de zinco, na lama, ajudavam a ligar os nucleotídeos, o que resultou em um composto análogo a uma enzima – DNA polimerase – que une partes de material genético em todas as células vivas”.

Ano de 1985 – Os cientistas do Centro Ames anunciam descobertas substanciais nesta pesquisa: as duas propriedades básicas da vida, estavam contidas no barro: capacidade de estocagem e a habilidade de transferir energia. Nas condições primevas essa energia podia ter sido proveniente, principalmente, do declínio radioativo.
A energia estocada no barro o teria transformado em um pseudo-laboratório químico processando as matérias primas inorgânicas em células mais complexas.
Armim Weiss – Universidade de Glasgow – afirma que experiências haviam demonstrado que os cristais de barro pareciam se reproduzir de um cristal genitor – um fenômeno primitivo de reprodução. Graham Caims Smith – Universidade de Glasgow – faz a sua afirmação de que os proto-organismos inorgânicos no barro foram envolvidos na direção ou realmente atuarem como molde do qual eventualmente se desenvolveram os organismos vivos.

Foi a vez de Lelia Coyne opinar. Ela chefiava a equipe de pesquisas da Nasa. A sua declaração esclareceu que a capacidade do barro em estocar e transmitir energia era devida a certos erros na formação dos seus cristais; os defeitos, na microestrutura do barro eram usados como depósitos de energia de onde se emitiam os comandos para a formação dos proto-organismos. Coyne, química da Nasa, descobriu também, que o barro transmite a radiação promotora da vida como resultado do que ela chamou de “gentler process”. Leila Coyne e a sua colega Noam Lahab – Universidade Hebraica de Israel – demonstraram que a secagem e o umedecimento do barro em vários ciclos eram necessários para que ele pudesse atuar como catalisador na formação das cadeias de aminoácidos.

A descoberta de que o barro pode estocar e transferir energia – algumas vezes sob a forma de radioatividade – foi demonstrada por Coyne e Lahab durante os seus experimentos, provando que o barro emite luz ultra violeta quando molhado com líquidos orgânicos (usaram parte de kaolin molhada primeiramente e depois, procederam à secagem com um agente químico secante) ou água.
Leslie Orgel, mesmo diante das novas evidências, ironicamente exclamou: “ A maioria das pessoas que trabalham com a origem da vida, provavelmente, votará na “sopa fora da moda”…..

O The New York Times comenta:
“Aparentemente o barro comum possui duas propriedades básicas essenciais à vida. Pode estocar energia e, também, transmiti-la. Portanto, os cientistas concluem que o barro poderia ter atuado como um fator químico para transformar matérias primas inorgânicas em moléculas mais complexas. Dessas últimas surgiu a vida – e um dia, nós. É o que a bíblia afirmou há tanto tempo, e por barro o gênesis se referia à poeira do solo, obviamente do que o homem é formado. O que não é tão óbvio é o fato de frequentemente repetirmos isso uns aos outros sem saber”.

Bibliografia
- O Gênesis Revisitado –Zecharia Sitchin, erudito e consultor da Nasa – ed. Best Seller
- Internet, vários artigos sobre o assunto e sobre os seus pesquisadores.
- Evolution: A Theory in Crisis – Michael denton – ed. Adler & Adler

senhordafloresta

Cidadania e meio ambiente

BART Simpson 1 - BART Simpson 1

Enquanto o Homem Vitruviano, de Leonardo da Vinci (1452-1529), traduz as concepções de proporção, simetria e equilíbrio aplicadas à natureza humana, o burlesco Homer de Vitruvio (acima) representa o desequilibrado homem contemporâneo, vitimado por seu consumismo insustentável (fast-food, eletrônicos, e-lixo, poluentes…).

Embora a crise econômico-financeira atual motive preocupação, principalmente em relação às conseqüências para os mais pobres, preocupo-me muito mais com turbulências de outra natureza, que só tendem a aumentar e terão impacto muito mais profundo. Isso porque estou convicto de que as crises ocasionadas pela reação da natureza aos nossos despautérios ambientais (embora negligenciadas pela maioria da mídia e da sociedade) aumentarão muito em freqüência, serão muito piores e terão efeitos mais duradouros que aquelas geradas pela criatividade burra de engravatados milionários. Ao focarmos nossa atenção apenas nos aspectos econômicos da crise atual, estamos perdendo uma importante chance de discutir com coragem as bases insustentáveis da economia global. Ou seja, o modelo que se baseia no crescimento eterno e funciona no formato de um fluxo linear, que começa na extração de recursos naturais e termina na disposição de lixo. Mas não. O principal tema que domina as discussões é o temor da recessão e da queda no consumo, vendidas como monstros terríveis. Na verdade elas são, sim, monstros, mas apenas se aceitarmos esse modelo. Por isso que é preciso analisá-lo e criticá-lo a partir de uma perspectiva externa, para fugir das amarras que nos impõe e mostrar suas incongruências.

CONSUMO E CRESCIMENTO SUICIDAS

Por exemplo, essa falsa necessidade de que é preciso crescer, crescer sempre, crescer a
qualquer custo. Mas a economia não existe como algo que paira suspenso no vácuo (embora alguns financistas tenham lucrado muito vendendo essa idéia, antes que a bomba estourasse no colo de todos). Ela precisa de dois elementos básicos, além do trabalho humano:matéria-prima e energia. Como seu suprimento destes é finito, simplesmente não há recursos naturais suficientes para sustentarem um crescimento constante da economia. Aliás, não há recursos suficientes nem mesmo para sustentar por muito tempo a taxa atual de consumo de recursos naturais, ainda que as economias permaneçam com a dimensão atual, sem crescimento algum! É até assustador, de tão simples e óbvio. Não há pirotecnia de argumentos tecnicistas que possam contradizer essa realidade inquestionável. Até uma criança pode entender isso facilmente (às vezes elas entendem melhor do que muitos adultos nas principais cadeiras das maiores universidades). Experimente. Dê a ela uma pilha de qualquer coisa (feijões, bolinhas, botões – que seriam os recursos naturais não-renováveis) e proponha um jogo:
“Olha, toda a vez que você quiser brincar ou ganhar um doce (os objetos de consumo), você tem que jogar no lixo um item”.
A criança trocará seus itens até que acabem, e só então irá abalar-se de verdade. Mas daí perceberá que os recursos finitos são justamente isso, finitos e, uma vez terminados, adeus consumo.

Fontes : Revista Cidadania e meio ambiente, edição especial de 2009.

senhordafloresta

Transgênicos

corruptos - corruptos

Transgênicos contrabandeados

Com uma participação maciça dos meios de comunicação, está sendo divulgada a notícia do contrabando de transgênicos. Levando-se em conta que os cinco grandes da indústria de agroquímicos e biotecnologia corporações mundiais do agronegócio e biotecnologia: ADM, Cargill e Bunge, Monsanto, Syngenta, Bayer, Dupont, são as que mais injetam dinheiro em propaganda (mais que o governo Lulla), era de se esperar uma reclamaçãozinha.
Ao final da década de setenta e início de oitenta, a batalha era contra os hormônios aplicados em animais, para melhorar a conversão de peso.
Na realidade, com o povo mesmo eles não se preocupam. Povo para eles são apenas os consumidores, por isso viram as costas oficialmente aos que não são consumidores diretos de seus produtos.
Mantém uma fundação para que passe a impressão de seriedade e solidariedade, investem pesado em universidades, para que preparem seus alunos para serem vendedores e não profissionais liberais. Os recém formados saem das universidades pensando que são os melhores e que os que formaram antes deles, são ultrapassados, pois eles conhecem as “novas técnicas e sementes”.
O interessante nesse quadro, é que os proprietários, classificados como pequenos e/ou familiares, mas que plantam sementes de paiol, não estão endividados, vivem tranqüilos e com uma qualidade de vida muito melhor.
Esse governo brinca de Agricultura, pois o primeiro Ministro (Roberto Rodrigues), é lobista dos usineiros e o atual, é um economista por formação e político de carreira. E de Agricultura, quem entende?
Digo isso, pois o termo “agro” é um prefixo que tem origem no verbete latino agru que significa “terra cultivada ou cultivável “. Nada haver com agroquímico. A agricultura racional vem para preservar o solo e os variados ecossistemas, que são modificados ou mortos pela insensatez dos grandes conglomerados, aliás, insensatez nossa, por que eles têm em seus grupos empresas que fabricam paliativos para os males causados pela agricultura mal feita.
Tem corrido na internet uma lista de assinaturas contra os transgênicos, mas isso se faz, nos dias das eleições, nessa data é que devemos separar o Joio do Trigo.
Saudades das bananas Prata e d’água (alguns conhecem como nanica), hoje estão difíceis conseguir uma muda. Encontramos fáceis as da EMBRAPA, pois produzem mais, só que para o produtor, é uma coisa horrível na hora da venda. Quem conhece Piau ou Tabuleiro, na região de Juiz de Fora, sabe o que estou falando. Os produtores têm muita dificuldade de conseguir um valor justo pelo produto, pois não tem sabor.
Bom para terminar, precisamos ter cuidado com os transgênicos de Brasília, pois eles são uma coisa na eleição e após eleitos, são modificados e esquecem a origem. Aliás não só em Brasília, o Gênero Politiccus, da Família dos Corruptos, sub família dos infiéis politiccus, são todos com as mesmas características.


CorruPTos. - CorruPTos.

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