Arquivo da categoria ‘Geobiologia’

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Acidos Húmicos

macota - macota

Produção turbinada
Ainda pouco conhecido no Brasil, o ácido húmico pode garantir um aumento médio de até 18% na produção agrícola:

Um fertilizante natural utilizado em grande escala na Europa e no Japão, mas recém-descoberto pelos produtores rurais brasileiros, tem potencial para mudar a agricultura nacional. O ácido húmico, produto extraído de resíduos provenientes de depósitos sedimentares, já é usado por alguns produtores de frutas no Nordeste, mas deve estar presente na maior parte das plantações, principalmente de cana-de-açúcar e soja, nos próximos anos. Seu baixo uso até o momento deve-se basicamente à vasta área disponível para agricultura no Brasil, mas, com uma demanda cada vez maior, os agricultores devem partir em busca de soluções para otimizar suas produções. É exatamente aí que entra o ácido húmico. Ainda não existem estudos definitivos sobre o assunto, mas os primeiros testes realizados pela Embrapa Solos confirmou que a utilização do produto pode garantir um aumento médio de até 18% na produtividade agrícola.
O ácido húmico funciona como se fosse um “exército de minhocas”, uma vez que despeja húmus em grande quantidade no solo e garante um enriquecimento acima do normal à terra. Por ser um produto relativamente novo e caro, ainda enfrenta uma certa resistência por parte dos produtores, mas deve provar seu valor em breve.
“Em um experimento realizado com soja pela Embrapa Solos, houve um ganho de até seis sacas por hectare. Isso é muita coisa. Seis sacas de soja podem ser vendidas por R$ 180, em média. Vale muito a pena”, explica Vinícius Benites, especialista em solos e nutrição de plantas da Embrapa Solos. “Eu tive um ganho de até 18% na produção em algumas experiências, mas houve uma variação”, pondera.

Os fabricantes acreditam em resultados ainda mais positivos quando da utilização do fertilizante em outras atividades, como a fruticultura. De acordo com João Artusi, diretor da DAG Agrícola, que produz o Vitaplus, o aumento de produção pode chegar a 30%, motivo pelo qual mais da metade dos agricultores da região do Vale do São Francisco vem utilizando o produto nos últimos anos. Hoje, mais de 1,2 milhão de litros de Vitaplus são vendidos anualmente no Brasil, a preços que variam entre R$ 25 e R$ 35 o litro.
Benites explica ainda que o ácido húmico também pode ser obtido de outras formas, como através do processo de compostagem de folhas ou até do carvão vegetal, método tido como ecologicamente correto. “Existe a possibilidade de fazer um ácido húmico sintetizado a partir de carvão. Em nossas pesquisas, este tipo de material teve exatamente o mesmo efeito do produto industrializado”, completa Benites, que vem trabalhando no aperfeiçoamento desse processo.

Fonte: ISTO É DINHEIRO, DINHEIRO RURAL.

eu sou o humus - eu sou o humus

frutas - frutas

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Do barro vieste e ao barro retornarás ! ! !

Homem na mao de Deus - Homem na mao de Deus

Vida surgida do barro

O “Centro Ames de Pesquisas da Nasa” foi o responsável por um pronunciamento dos seus cientistas a respeito desta idéia em abril de 1985 (Mountainview/California). Entretanto, ela só foi pronunciada publicamente em Outubro de 1977 na Conferência do Pacífico sobre química, pelo chefe da equipe de cientistas do Centro Ames, James A. Loweless.
A idéia dizia respeito ao barro das praias dos mares antigos, tão importantes para o surgimento da vida na terra. “Supondo-se que simples aminoácidos (os componentes químicos de construção das proteínas) e os nucleotídeos (substâncias químicas de construção dos genes) que já tenham se desenvolvido na “sopa prebiótica”, no mar, começarram a se formar em cadeias quando depositados no barro que continha traços de matais como o níquel ou o zinco, secando depois”.
Os cientistas pesquisadores haviam descoberto o seguinte: “Os traços de níquel eram seletivamente mantidos só para os 20 tipos de aminoácidos comuns a todos os viventes, os traços de zinco, na lama, ajudavam a ligar os nucleotídeos, o que resultou em um composto análogo a uma enzima – DNA polimerase – que une partes de material genético em todas as células vivas”.

Ano de 1985 – Os cientistas do Centro Ames anunciam descobertas substanciais nesta pesquisa: as duas propriedades básicas da vida, estavam contidas no barro: capacidade de estocagem e a habilidade de transferir energia. Nas condições primevas essa energia podia ter sido proveniente, principalmente, do declínio radioativo.
A energia estocada no barro o teria transformado em um pseudo-laboratório químico processando as matérias primas inorgânicas em células mais complexas.
Armim Weiss – Universidade de Glasgow – afirma que experiências haviam demonstrado que os cristais de barro pareciam se reproduzir de um cristal genitor – um fenômeno primitivo de reprodução. Graham Caims Smith – Universidade de Glasgow – faz a sua afirmação de que os proto-organismos inorgânicos no barro foram envolvidos na direção ou realmente atuarem como molde do qual eventualmente se desenvolveram os organismos vivos.

Foi a vez de Lelia Coyne opinar. Ela chefiava a equipe de pesquisas da Nasa. A sua declaração esclareceu que a capacidade do barro em estocar e transmitir energia era devida a certos erros na formação dos seus cristais; os defeitos, na microestrutura do barro eram usados como depósitos de energia de onde se emitiam os comandos para a formação dos proto-organismos. Coyne, química da Nasa, descobriu também, que o barro transmite a radiação promotora da vida como resultado do que ela chamou de “gentler process”. Leila Coyne e a sua colega Noam Lahab – Universidade Hebraica de Israel – demonstraram que a secagem e o umedecimento do barro em vários ciclos eram necessários para que ele pudesse atuar como catalisador na formação das cadeias de aminoácidos.

A descoberta de que o barro pode estocar e transferir energia – algumas vezes sob a forma de radioatividade – foi demonstrada por Coyne e Lahab durante os seus experimentos, provando que o barro emite luz ultra violeta quando molhado com líquidos orgânicos (usaram parte de kaolin molhada primeiramente e depois, procederam à secagem com um agente químico secante) ou água.
Leslie Orgel, mesmo diante das novas evidências, ironicamente exclamou: “ A maioria das pessoas que trabalham com a origem da vida, provavelmente, votará na “sopa fora da moda”…..

O The New York Times comenta:
“Aparentemente o barro comum possui duas propriedades básicas essenciais à vida. Pode estocar energia e, também, transmiti-la. Portanto, os cientistas concluem que o barro poderia ter atuado como um fator químico para transformar matérias primas inorgânicas em moléculas mais complexas. Dessas últimas surgiu a vida – e um dia, nós. É o que a bíblia afirmou há tanto tempo, e por barro o gênesis se referia à poeira do solo, obviamente do que o homem é formado. O que não é tão óbvio é o fato de frequentemente repetirmos isso uns aos outros sem saber”.

Bibliografia
- O Gênesis Revisitado –Zecharia Sitchin, erudito e consultor da Nasa – ed. Best Seller
- Internet, vários artigos sobre o assunto e sobre os seus pesquisadores.
- Evolution: A Theory in Crisis – Michael denton – ed. Adler & Adler

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Palavras e pensamentos que o tempo nãp apaga.

YOGANANDA 1 - YOGANANDA 1

PALAVRAS DE YOGANANDA
6 de março de 1938

Os cataclismas que subitamente ocorrem no seio da natureza, provocando devastações e danos em massa , não são “obras de Deus”.

Essas catástrofes resultam dos pensamentos e ações dos homens.

Onde quer que o equilibrio vibratório do mundo entre o bem e o mal seja perturbado por um acúmulo de vibrações nocivas, resultantes de pensamentos e procedimentos errôneos do homem, veremos destruições como as que experimentamos recentemente (1938)

O mundo continuará a ter guerras, calamidades naturais até que todos os povos corrijam seus erros de pensamento e de comportamento. As guerras ocorrem não por uma ação divina fatal, mas pela disseminação do egoismo natural. Elimine-se o egoismo- individual- industrial, politico, nacional e não haverá mais guerras.

Quando a materialidade predomina na consciência do homem, há uma emissão de raios negativos sutis, seu poder cumulativo perturba o equilibrio elétrico da natureza , e então ocorrem terremotos, enchentes e outros desastres. Deus não é responsável por eles!

O homem tem que controlar seus pensamentos antes de poder controlar a natureza

(do livro A ETERNA BUSCA DO HOMEM , PAG. 304)

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Comentários do Senhor da Floresta

AAlinhas geopaticas - AAlinhas geopaticas

As linhas Geopáticas, podem e devem ser tratadas por um Radiestesista, ele indicará as soluções para os problemas encontrados. Somente quem não teve um contato profissional de Radiestesioa, é que tem dificuldade de compreender certas complicações na vida pessoal.
Muito interessante recordar que já conheci locais, onde estavam situados viveiros de plantas e na parte negativa, não conseguiam produção que se comparasse a outra área. Com um aparelho aqui e outro ali, resolvemos o problema.
Caso interessante também, são os jardins de residências e empresas, muitas vezes eles estão em locais negativados e então onde o pessoal se rreúne para descontrair, passa a ser um local para se contaminar de carga negativa. Áreas destinadas aos fumantes, essas na maioria das vezes estão em locais negativos (coincidência?) então passa a atuar como um acelerador do stress.
Outras vezes, adquirimos uma muda de planta ou um artefato qualquer que foi produzido num local de ondas nocovas, esse objeto passa a ser um contaminador, como um portador de alguma virose, contamina os locais onde está. Precisamos atentar muito ao adquirir objrtos decorativos, vale a consulta ao Radiestesista, economiza dinheiro, tempo e saúde.
Certa vez um decorador, que trabalha para uma clientela exigente de São Paulo, me consultou sobre o assunto, após explicar, ele me levou a área e neutralizamos as ondas nocivas. Dai em diante ele fez um curso de Radiestesia e adotou como prática no seu trabalho diário.
Muitas vezes, as áreas estão de tal forma negativas que surgem muitas e muitas divergências entre os habitantes da área e os vizinhos, na realidade eles até se gostam e se admiram, mas a força emanada das malhas. Os campos de energia eletromagnética presentes na terra, e que podem prejudicar a saúde de quem vive nela, podem ser eliminados, atenuados ou transformados.
RADIÔNICA: A ARTE DE HARMONIZAR OS AMBIENTES
Se a radiestesia mede e pesquisa campos energéticos, a radiônica é a sua natural extensão: é ela que “cura”, com os mais variados recursos, os desequilíbrios energéticos dos ambientes. As curas mais comuns empregam chapas de cobre e de chumbo. Hastes de cobre enfiadas dentro da terra - que atuam como agulhas de acupuntura - também são recursos bastante usados. Entretanto, são os gráficos radiônicos os mais utilizados pelos profissionais, principalmente para bloquear as energias eletromagnéticas e as telúricas (vindas do solo) dentro de casa.
Amanhã falo sobre esse outro assunto e se tiverem dúvidas: enviem e-mail.

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Casas que Matam - Parte 6


PRECAUÇÕES E REMÉDIOS

Radiestesia - Radiestesia

Quando uma obra está no ápice da intensidade, de proporções, de qualidade de execução, produz-se um fenômeno espacial indizível: o conjunto começa a irradiar fisicamente. É algo que pertence ao domínio do inefável.
Edouard Le Corbusier

Certamente são em grande número as pessoas sensatas que negam, com serena firmeza, sem inquietude nem reticência, a possi¬bilidade de que existam casas maléficas. Os tapa-olhos da razão impedem-nos de ver a evidência irracional que brilha de um e outro lado de seu campo de visão. Mesmo quando são pessoalmente vítimas de uma casa que lhes acarrete desgraças, que as faça ficar doentes ou as consuma a fogo lento, essas pessoas continuarão afirmando imperturbavelmente que semelhante malefício é impos¬sível!
Tanto pior para elas! De minha parte, renuncio desde já a convencê-Ias. Porém, para não me sentir culpado do delito de não prestar assistência a quem se acha em perigo, dedico-lhes especial¬mente este capítulo, que trata das precauções que devem ser adotadas antes de construir ou habitar uma casa e também dos remédios que devem ser aplicados quando por desgraça vive-se numa casa maléfica.

Camada de chumbo e malha de cobre

Antes de comprar uma casa é de grande utilidade saber com exatidão sua composição. Com efeito, já sabemos que os terrenos permeáveis, dielétricos (quer dizer, compostos de areias, cascalhos, grés etc.) são preferíveis aos solos impermeáveis (quer dizer, argilas, margas, gretas etc.). O exame geológico deixará claro este ponto importante.
Depois é preciso consultar um radiestesista para saber se alguma corrente nociva atravessa o terreno, quer na superfície, quer subterraneamente. No caso afirmativo, o passo seguinte será precisar a origem e a causa de tal radiação: presença de um elemento radiativo no subsolo, curso de água subterrâneo, falha geológica, caverna ou galeria ionizada etc.
Se as conclusões do radiestesista e do geólogo concordarem em considerar o terreno insalubre ou maléfico, o mais inteligente é renunciar ao projeto de erguer uma casa naquele local.
Mas, se em nenhum dos dois informes aparecer o menor traço de contra-indicação ou se os sintomas de nocividade descober¬tos forem débeis, isto não deverá em absoluto induzir a cometer o erro de considerar que já não há por que se preocupar. Nem sequer será então demais adotar, no decurso da construção, determinadas precauções que permitam proteger-se contra a possível aparição ou recorrência de alguma corrente telúrica perturbadora.
O importante sempre é estabelecer uma tela protetora eficaz entre o lugar onde se habita e a fonte real ou eventual das radiações nocivas. Para tanto, o melhor sistema consiste em estender uma camada de chumbo por debaixo dos alicerces da casa, com o que se obtém um isolamento perfeito. Claro que, com isto, o orçamento da obra aumentará um pouco. Para economizar, pode-se recorrer a um substituto, colocando uma folha de papel encerado só no lugar das camas; assim, pelo menos, a proteção do adormecido (situação na qual a pessoa é mais vulnerável do que desperta) estará garantida na futura casa.
Entretanto, este sistema protetor sofre de um defeito bastante grave e que é que, a longo prazo, depois de muitos anos de uso, o chumbo acaba saturado de radiações nocivas e não constitui mais uma tela protetora; ao contrário: transforma-se em verdadeiro acumulador de nocividade, cuja virulência inclusive aumenta à medida que se descarrega.
Para evitar este inconveniente, meu arquiteto aconselha aplicar sobre o solo uma ligeira camada de cimento na qual se mistura previamente um pouco de enxofre, cal e carvão vegetal.
Se se quiser uma garantia adicional de proteção, pode-se colocar na camada de cimento uma trama de cobre eletrolítico, que fará as vezes de antena; mas não se esqueça de que, no extremo norte da malha, deve-se deixar um cabo solto para que atue como fio de terra. Destarte, o pavimento de chumbo não se saturará nunca, posto que as radiações nocivas, em lugar de serem absorvidas por ele, serão imediatamente devolvidas à terra.

Uma balsa de azeite virgem

A precaução que acabo de recomendar resulta útil em todos os casos, inclusive para os mestres de obra que não crêem na realidade das radiações nocivas suscetíveis de perturbar o ambiente de uma casa. De fato, uma rede de fios de cobre com aterramento estendida ao longo das paredes ou debaixo do piso servirá, no mínimo, para descarregar a eletricidade estática que se forma nas colméias de concreto de hoje, por abrigar uma multidão de fam11ias e que são as responsáveis por quase todos os males que abatem os infortunados ocupantes de semelhantes gaiolas de Faraday.
E ainda existe outra vantagem não menos importante: a rede de fios de cobre, incorporada às paredes e pisos, impede (segundo parece) que a umidade ascenda, por capilaridade, do solo para a casa.
Não tomar estas precauções mínimas é, francamente, um ato criminoso. Todo arquiteto consciente de sua responsabilidade deveria adotá-Ias. E, se se nega - por desafio, ceticismo, leviandade ou avareza -, dever-se-ia aplicar-lhe a sanção que reclamava Fernand Pouillon contra seus colegas culpados de “produzir a fealdade”: condená-los a viver durante vinte anos naquilo que eles mesmos construíram. Então veríamos em que estado se encontrariam quando houvesse expirado sua pena!
Agora que cumpri com meu dever, quer dizer, que já reco¬mendei os melhores remédios oferecidos pelos profissionais da construção, eis qual é meu conselho que, está claro, não é o de um ourives; vou explicar o que faria eu, para mim, se fosse milionário e quisesse proteger meu palácio contra todo ataque, por mais fraco que fosse, das radiações nocivas: eu o construiria flutuando em meio a uma balsa de azeite de oliva virgem que tivesse uma profundidade de sessenta centímetros.

Não ter televisão de frente

Para não ser parcial, devo mencionar com absoluta sinceridade que, dentre as causas das nocividades suscetíveis de perturbar os habitantes de uma casa, a corrente elétrica de 220 Volts não é das menos perigosas.
Nos modernos imóveis de concreto armado acontece com freqüência que essa corrente produza radiações magnéticas perpendiculares ao circuito não protegido por um tubo blindado, e particularmente nas tomadas onde não haja nenhum aparelho ligado.
Muitos casos de insônia são provocados por simples fios elétricos, ou mais comumente por tomadas situadas na cabeceira da cama e que irradiam ondas estacionárias cuja nocividade é comple¬tamente ignorada. Mas a insônia não é a conseqüência mais grave que pode ser acarretada pela corrente de 220 Volts que passa por dentro das paredes de concreto. A freqüência vibratória do campo eletromagnético assim criado pode alterar seriamente a saúde dos moradores, provocando em particular depressões nervosas. Os animais domésticos que vivem no apartamento também serão afetados.
Por fim, é preciso assinalar que o tubo catódico dos aparelhos de televisão emite, quando funciona, raios alfa, beta e gama que podem ser perigosos para os espectadores, em especial mulheres grávidas. É fácil, pois, deduzir a importância do seguinte conselho: não se coloque nunca frente à tela da televisão; sente-se em posição oblíqua, fora de seu campo de ação máxima.
Alguns televisores estão equipados com camadas protetoras de chumbo, que eliminam os raios alfa ê beta; mas os raios gama trespassam qualquer proteção e não só cansam a vista perigosamente, mas também podem prejudicar o estado geral de saúde.
Para proteger contra esta forma de perturbação ultra-moderna, cujo vetor é a corrente de 220 Volts, existe um dispositivo muito simples - chamado “aspira-ondas” - e que só requer ser colocado sobre o relógio da eletricidade. Trata-se de um emissor de “ondas de forma” magnéticas que se propagam através de todo o circuito pelos isolantes dos fios bipolares e que neutralizam, por compen¬sação, as radiações perpendiculares ao circuito não protegido por um tubo blindado. Esta emissão magnética, de forma, propaga-se tanto com o relógio aberto quanto com o relógio fechado.
Finalmente, não quero concluir este tópico sem sublinhar que só a corrente de 220 Volts é nociva e, com toda a probabilidade, cancerosa. A de 110 Volts não participa de tais inconvenientes. Deve surpreender-nos o fato de que seja precisamente a corrente da voltagem perigosa a mais utilizada?
PRECAUÇÕES E REMÉDIOS

Quando uma obra está no ápice da intensidade, de proporções, de qualidade de execução, produz-se um fenômeno espacial indizível: o conjunto começa a irradiar fisicamente. É algo que pertence ao domínio do inefável.
Edouard Le Corbusier

Certamente são em grande número as pessoas sensatas que negam, com serena firmeza, sem inquietude nem reticência, a possi¬bilidade de que existam casas maléficas. Os tapa-olhos da razão impedem-nos de ver a evidência irracional que brilha de um e outro lado de seu campo de visão. Mesmo quando são pessoalmente vítimas de uma casa que lhes acarrete desgraças, que as faça ficar doentes ou as consuma a fogo lento, essas pessoas continuarão afirmando imperturbavelmente que semelhante malefício é impos¬sível!
Tanto pior para elas! De minha parte, renuncio desde já a convencê-Ias. Porém, para não me sentir culpado do delito de não prestar assistência a quem se acha em perigo, dedico-lhes especial¬mente este capítulo, que trata das precauções que devem ser adotadas antes de construir ou habitar uma casa e também dos remédios que devem ser aplicados quando por desgraça vive-se numa casa maléfica.

Uma balsa de azeite virgem

A precaução que acabo de recomendar resulta útil em todos os casos, inclusive para os mestres de obra que não crêem na realidade das radiações nocivas suscetíveis de perturbar o ambiente de uma casa. De fato, uma rede de fios de cobre com aterramento estendida ao longo das paredes ou debaixo do piso servirá, no mínimo, para descarregar a eletricidade estática que se forma nas colméias de concreto de hoje, por abrigar uma multidão de fam11ias e que são as responsáveis por quase todos os males que abatem os infortunados ocupantes de semelhantes gaiolas de Faraday.
E ainda existe outra vantagem não menos importante: a rede de fios de cobre, incorporada às paredes e pisos, impede (segundo parece) que a umidade ascenda, por capilaridade, do solo para a casa.
Não tomar estas precauções mínimas é, francamente, um ato criminoso. Todo arquiteto consciente de sua responsabilidade deveria adotá-Ias. E, se se nega - por desafio, ceticismo, leviandade ou avareza -, dever-se-ia aplicar-lhe a sanção que reclamava Fernand Pouillon contra seus colegas culpados de “produzir a fealdade”: condená-los a viver durante vinte anos naquilo que eles mesmos construíram. Então veríamos em que estado se encontrariam quando houvesse expirado sua pena!
Agora que cumpri com meu dever, quer dizer, que já reco¬mendei os melhores remédios oferecidos pelos profissionais da construção, eis qual é meu conselho que, está claro, não é o de um ourives; vou explicar o que faria eu, para mim, se fosse milionário e quisesse proteger meu palácio contra todo ataque, por mais fraco que fosse, das radiações nocivas: eu o construiria flutuando em meio a uma balsa de azeite de oliva virgem que tivesse uma profundidade de sessenta centímetros.

Não ter televisão de frente

Para não ser parcial, devo mencionar com absoluta sinceridade que, dentre as causas das nocividades suscetíveis de perturbar os habitantes de uma casa, a corrente elétrica de 220 Volts não é das menos perigosas.
Nos modernos imóveis de concreto armado acontece com freqüência que essa corrente produza radiações magnéticas perpendiculares ao circuito não protegido por um tubo blindado, e particularmente nas tomadas onde não haja nenhum aparelho ligado.
Muitos casos de insônia são provocados por simples fios elétricos, ou mais comumente por tomadas situadas na cabeceira da cama e que irradiam ondas estacionárias cuja nocividade é comple¬tamente ignorada. Mas a insônia não é a conseqüência mais grave que pode ser acarretada pela corrente de 220 Volts que passa por dentro das paredes de concreto. A freqüência vibratória do campo eletromagnético assim criado pode alterar seriamente a saúde dos moradores, provocando em particular depressões nervosas. Os animais domésticos que vivem no apartamento também serão afetados.
Por fim, é preciso assinalar que o tubo catódico dos aparelhos de televisão emite, quando funciona, raios alfa, beta e gama que podem ser perigosos para os espectadores, em especial mulheres grávidas. É fácil, pois, deduzir a importância do seguinte conselho: não se coloque nunca frente à tela da televisão; sente-se em posição oblíqua, fora de seu campo de ação máxima.
Alguns televisores estão equipados com camadas protetoras de chumbo, que eliminam os raios alfa ê beta; mas os raios gama trespassam qualquer proteção e não só cansam a vista perigosamente, mas também podem prejudicar o estado geral de saúde.
Para proteger contra esta forma de perturbação ultra-moderna, cujo vetor é a corrente de 220 Volts, existe um dispositivo muito simples - chamado “aspira-ondas” - e que só requer ser colocado sobre o relógio da eletricidade. Trata-se de um emissor de “ondas de forma” magnéticas que se propagam através de todo o circuito pelos isolantes dos fios bipolares e que neutralizam, por compen¬sação, as radiações perpendiculares ao circuito não protegido por um tubo blindado. Esta emissão magnética, de forma, propaga-se tanto com o relógio aberto quanto com o relógio fechado.
Finalmente, não quero concluir este tópico sem sublinhar que só a corrente de 220 Volts é nociva e, com toda a probabilidade, cancerosa. A de 110 Volts não participa de tais inconvenientes. Deve surpreender-nos o fato de que seja precisamente a corrente da voltagem perigosa a mais utilizada?

Extraído do Livro casas que Matam - Roger de Lafforest

senhordafloresta

Casas que Matam - Parte 5

Iluminado - Iluminado

Uma casa com paredes invisíveis

Quatro paredes coroadas por um teto são a coisa mais impor¬tante do mundo. O bem e o mal, o melhor e o pior ali acontecem ao homem que vive, come e dorme, que pensa e imagina, que se rebela e se resigna, que ama e odeia, que trabalha e descansa, que cria e sonha, que sofre e goza nesse cubículo, disposto com maior ou menor conforto e refinamento.
Nenhum ser vivo pode evitar a influência da casa em que vive. Esta evidência leva-me a pensar que, para a contestação e a revolu¬ção, é muito mais importante construir “uma casa com paredes invisíveis” - como fez um arquiteto de sessenta e cinco anos chama¬do Nicolas Schoffer - do que ter vinte anos e pichar com inscrições mais ou menos chocantes as paredes das universidades, arremeter contra os professores ou andar pelo mundo sujo como um pente e cabeludo como Absalão.
Certamente, a casa do senhor Schöffer não permaneceu duran¬te muito tempo em pé: só dez dias, os que durou uma de tantas exposições sobre obras públicas e construção. Foi apresentada como simples experiência, que inquietou sem convencer… como sucede sempre a quem abre com muita brusquidão uma janela para o futuro.
De minha parte, não tive a fortuna de visitar esta surpreenden¬te obra-prima, mas a descrição feita por seu próprio criador basta para que me sinta para sempre encantado:
Em 1955 obtive, graças a um milagre inexplicável, a verba necessária para construir uma casa com paredes invisíveis. Por dez dias, porque aqui na França pode-se fazer experiências arquitetôni¬cas realmente dispendiosas desde que não durem muito. Construí uma casa em forma de olho de fechadura, com uma parte trapezoidal e outra circular, e sem parede divisória entre as duas partes.
O elemento trapezoidal era totalmente insonoro, frio e de cor azul. Na parte circular, pelo contrário, havia uma luz vermelha, calefação por infravermelho a 45º e muitíssimo barulho. Quando se passava pela interseção imaginária entre o trapézio e o círculo, o ambiente mudava por completo.
Decididamente estou convencido de que o continente pode provocar uma mutação do conteúdo. O habitante de uma casa com paredes imateriais terá, é óbvio, outro talante intelectual e outro modo de criar o porvir (o seu e o da sociedade), distantes do que têm os habitantes das tradicionais colméias que circundam os grandes núcleos urbanos.
Quanto ao mais, não é por acaso a arquitetura o melhor e mais cômodo parâmetro do significado de uma época ou de um reino? Rogo ao leitor que me perdoe se repito tantos lugares-comuns, mas o certo é que, passo a passo, mediante esta progressão da evidência, torna-se mais fácil conseguir que ao final se aceite uma verdade paradoxal. Vamos tenta!

Das pirâmides à limpeza

Cada um dos “reinos”, quer dizer, cada uma das épocas, cada uma das eras (cuja sucessão compõe a história da humanidade) pode ser simbolizada com um monumento que expressa por si só, com uma evidência indiscutível, a verdade e o valor, a essência e a existência de um certo momento de civilização.
Será preciso ilustrar esta proposição com exemplos concretos? Talvez sim, pois que este tema constitui um dos preferidos nas conversações mundanas. Vejamos: as pirâmides representam perfei¬tamente o Egito dos faraós, explicam à sua maneira as causas e os efeitos de seu progresso em relação ao resto do gênero humano. O templo de Angkor e os hieróglifos de pedra são suficientes para resolver o enigma khmer. Quanto ao famoso milagre grego, o que melhor desvela seus segredos são o Partenon e o Erectéion. Sem falar no terrível peso da história romana - simbolizado por suas leis, seus deuses, seus jogos, o César e a plebe - de que nos restou aquela redução em escala que conhecemos com o nome de Coliseu, “montão de pedras assentado sobre um montão de glória.*

* Vitor Hugo qualificou com estas palavras o Arco do Triunfo, de Paris; mas em minha opinião, esta imagem evoca com maior exatidão o Coliseu, de Roma.

Poderíamos seguir acumulando provas, posto que basta sobre¬voar os séculos, detendo-se em cada etapa no monumento mais significativo, para demonstrar quão inequívoco resulta semelhante método. Vejamos alguns exemplos mais.
A catedral de Chartres, essa Broceliândia de pedra da cristandade, ilustra muito melhor que todas as exegeses a primavera mística de uma raça da qual nós somos, hoje, tão só o inverno, desprovido de seiva.
O castelo de Versalhes e o Hôtel des Invalides manifestam bem claramente o porquê e o como da grandeza que distinguiu a época de Luís XIV. A de Luís XV, por certo, não foi menor; inclusive foi um pouco maior, posto que à grandeza acrescentou a graça. “Artifício de artífice” que, ao final de uma festa de gosto e elegância, fez com que os arquitetos daquele tempo semeassem por toda a França um sem-fim de obras-primas que hoje nos recordam - quase em cada esquina dos bons bairros - como o “Ancien Régime” se identificava verdadeiramente com a alegria de viver.
O eclipse da civilização que se seguiu a esta época se manifes¬tou, se assim se pode dizer, com uma ausência de arquitetura. A única coisa que a Revolução Francesa ergueu à guisa de monumento foram os postes da guilhotina.
E assim até os dias de hoje, nos quais nossa teoria sobre a significação dos monumentos arquitetônicos encontrará novas verificações.
A Terceira República tem a sorte de estar representada pela Torre Eiffel e a desgraça de ter sofrido, desde a Grande Guerra, uma erupção de monumentos aos mortos de uma feiúra teratológica que não respeitou um só município do território francês.
Da Quarta República não se pode achar mais que um símbolo arquitetônico, aliás bastante medíocre: um conjunto habitacional com paredes de material sintético e telhados porosos.
E quanto à Quinta República, sua originalidade (única na história da humanidade) é a de ter exprimido sua grandeza não mediante um monumento, mas através de uma grande faxina. Com efeito, o testemunho legado à posteridade por esta época não será nem um monumento, nem uma barraca: é um “banho geral”. As torrentes de detergente que banharam todas as fachadas parisienses devolveram à cidade uma maravilhosa e comovedora juventude. E esta limpeza da decoração herdada dos séculos anteriores é, afinal de contas, muito mais significativa do reinado gaullista que a redução da pátria aos limites do hexágono* ou a explosão da primeira bomba atômica francesa.

* Os franceses se referem à forma geral de seu país corno um hexágono. [N. do T.].

Extraído do Livro casas que Matam - Roger de Lafforest

senhordafloresta

Casas que matam - Parte 4

xama - xama

As forças compensadas

Resta-nos ainda compreender a razão pela qual estas ondas nocivas só infestam alguns lugares, algumas residências. Por que estas forças invisíveis, misteriosas, e mais conhecidas por seus efeitos do que por sua natureza ou origem, atacam ao homem em uma casa e não em outra?
Para responder a esta pergunta vou referir-me de novo às explicações oferecidas por A. de Bélizal e P. A. MoreI: “Para que a célula viva - escrevem estes autores - possa crescer, amadurecer, envelhecer e finalmente morrer (mas morrer por causa do envelhe¬cimento e desgaste, não por enfermidade), é imprescindível que, ao longo de sua existência, vibre em equilíbrio entre duas forças: a) a força telúrica que emana do centro da Terra e tende a escapar para a estratosfera; b) a força cósmica que provém do cosmos, de nossa galáxia, de nosso sistema solar, e que constantemente deve bombardear a força telúrica para neutralizá-Ia.
Enquanto a célula viva se acha em equilíbrio entre estas duas forças, a despeito de outras causas secundárias acidentais, tem garantida sua imunidade a todos os males que põem em xeque a vida, mas, se por alguma razão, uma dessas duas forças falta - e sempre falta a força cósmica - então se produz rapidamente o desequilíbrio que ocasionará a enfermidade sob suas formas mais diversas.
“O estado de enfermidade provém, pois, de um desequilíbrio vibratório engendrado pelo que chamamos ruptura das forças com¬pensadas.”
Na prática, produz-se o seguinte fenômeno: quando a vibração telúrica, que é uma onda ‘transportadora’ deixa de ser ‘compen¬sada’ pela vibração cósmica, produz-se uma onda ‘transportada’ que realiza uma drenagem das radiatividades, impurezas, venenos e forças maléficas de toda espécie que se acham na Terra. Evidentemente, tão impressionante e variada quantidade de matérias nocivas não chegará a constituir um perigo se não encontra meio de se difundir pela atmosfera. Este meio, este veículo, é a onda telúrica ‘transpor¬tadora’, ‘que desempenha na Terra o mesmo papel que a onda hertziana no éter em relação à onda modulada’.

A bússola das enfermidades

Toda casa edificada num lugar onde por uma ou outra razão existe uma ruptura das forças compensadas, é uma casa perigosa para quem vive habitualmente nela, quer dizer, falando propria¬mente, uma casa que mata.
Por outro lado, a experiência nos permite dizer ainda que, segundo a direção da linha de ruptura, os habitantes se verão amea¬çados ou atacados por uma doença mais que por outra. Por exemplo: se a linha de ruptura está orientada na direção oeste-leste, favorecerá mais o desenvolvimento do câncer. Esta especificidade, sem dúvida, não é das características menores deste mistério ecológico. De fato, pode-se dizer que, neste prodigioso concerto de turbulências, cada freqüência tem seu próprio campo privilegiado e preferencial, no que tange às enfermidades.

Os Impactos do Raio

Dentre as numerosas observações e verificações realizadas por um engenheiro eletrônico, André Philippe, no que concerne às “ondas de forma” e à teoria das “forças compensadas”, chamou-me particularmente a atenção a seguinte constatação: uma das propriedades das radiações nocivas do ‘’verde negativo” é a de ionizar a atmosfera, o que quer dizer (singular e notável conseqüência!) que o raio só poderá cair nos lugares onde existam correntes de água subterrâneas, que é onde precisamente se manifesta na superfície a radiação “verde negativo”.
No decurso de seus passeios pelo campo, qualquer um que sinta curiosidade por estas novas leis físicas poderá verificar facil¬mente que, com efeito, todos os impactos do raio - quer se trate de árvores, quer de campos cultivados, postes e rochas - estão localizados em “uma ruptura das forças compensadas”. Só a poderosa atração de um pára-raios próximo é capaz de desviar de seu objetivo natural o fogo celeste.
Portanto, associando o poder das pontas e o da ionização seria possível domesticar o raio, organizar os alvos de seu impacto, torná-Io definitivamente inofensivo. Benjamin Franklin deve revol¬ver-se em sua tumba!

As enfermidades “domiciliares”

Qualquer que seja a origem das ondas nocivas, não é difícil admitir que o homem é particularmente vulnerável às mesmas quando as sofre no ambiente fechado de sua casa. De fato, em sua casa o homem está encerrado, banhado durante longas horas no ambiente perturbador que manifestará sua predisposição congênita a uma determinada enfermidade.
No caso de uma doença microbiana contagiosa, sempre se tentará justificar a casa sob o pretexto de que a contaminação pode ocorrer no exterior. Certo, mas o micróbio que causa o mal não teria podido proliferar vitoriosamente se não encontrasse um organismo preparado para a derrota por um desequilíbrio vibratório de seus centros nervosos. Assim, pois, deve-se responsabilizar as radiações telúricas - sem medo de equívoco - quando se tem a segurança de que atravessam a casa do enfermo.
Mas, quando se trata de doenças psicossomáticas, de um desses transtornos inexplicáveis que não têm etiologia nem evolução, nem sintomas definidos, que nem sequer foram batizados em nenhuma língua, que desalentam os médicos ao mesmo tempo que aumentam suas fortunas - pois lhes proporcionam clientela tão numerosa quão incurável -, então se pode afirmar que de 70 a 100 por cento de tais doenças são motivadas direta e exclusivamente pelo malefício da casa onde vive o afetado.
Estas enfermidades, que me permitirei chamar “domiciliares”, porque provêm do domicílio do doente, só têm uma causa, mesmo quando suas manifestações são abundantes e variadas.
Os médicos costumam começar sempre tentando defini-Ias, para tratá-Ias através do órgão cuja função parecem perturbar. E quando constatam a ineficácia do tratamento, limitam-se a prescrever tranqüilizantes (”São os nervos”) ou tônicos (”Não é nada; só um pequeno esgotamento”), ou mesmo remédios para restabelecer o metabolismo (”Os intercâmbios são falhos”). Naturalmente, tudo em vão: a causa real do mal permanece ignorada e ativa.
Talvez agora se compreenda melhor por que abundam tanto os enfermos que são considerados erroneamente imaginários, gente fatigada, com esgotamento nervoso ou muscular sem razão clínica válida, os insones, os aerófagos, os afetados por tabagismo e que não fumam, os dispépticos sem úlcera, os falsos hipocondríacos, que sofrem realmente doenças que não têm, mesmo que amiúde sejam levados à tumba… Tudo isso, enfim, em quantidade capaz de levar à falência a Previdência Social, que deve reembolsar os gastos médicos ou farmacêuticos dessa multidão de vítimas das doenças “domiciliares”, dessa multidão de enfermos que seriam gente sadia e não custariam nada ao governo se as moradias onde vivem, as fábricas e os escritórios onde trabalham estivessem purifi¬cados das ondas nocivas que os infestam.

Extraído do Livro casas que Matam - Roger de Lafforest

senhordafloresta

Casas que Matam - Parte 3

OS “SANTUÁRIOS”

“Quanto menor é a inteligência de um homem, menos mistério tem a existência para ele, pois todas as coisas lhe parecem levar em si mesmas sua explicação.”

Schopenhauer

Geeobiologia - Geeobiologia

As radiações telúricas, cujos efeitos sobre os habitantes das casas que impregnam acabamos de constatar, são mensuráveis medi¬ante a utilização de determinados aparelhos de física sensíveis às microvibrações. Assim, pois, fica difícil negar sua existência. São ondas concretas.
Existem outras ondas que com justiça podemos qualificar de abstratas (o que não quer dizer que estejam isentas de reali¬dade): são aquelas que o doutor Leprince descreve e estuda em sua teoria das psiconas: as ondas do pensamento.
Estas ondas abstratas (e sua prova começa a ser apresen¬tada de modo satisfatório pelos espíritos mais críticos) podem ser captadas e concretizadas sob determinadas formas. Podem produzir palavras, figuras, imagens, mensagens, por vezes inclusive sugestões detalhadas que são lançadas ou recebidas sob a forma de transmissão ou leitura do pensamento.
Neste campo realizaram-se algumas experiências, primeiro pelo doutor Leprince e depois pelos irmãos Servranx, de Bruxelas. Os pesquisadores americanos do Instituto Rhine desenvolveram tais trabalhos - mas os resultados obtidos ainda não foram publica¬dos oficialmente. Ao que parece, são acusados de subjetivismo, pois variam segundo as pessoas que realizam as experiências: não são constantes. Mas são e bastam tal como são registradas -, se não para definir, ao menos para demonstrar a realidade das ondas abstratas.

Leiam e arquivem essas informações, pois são extraídas do livro “Casas que Matam” de Roger de Lafforest .
Semana que vem, vou explicar algumas situações citadas.Estou fazendo isso, por receber muitas perguntas sobre o assunto de Geobiologia, uns denominam Feng Shui, mas o efeito é o mesmo. A diferença maior está na maneira de receber a remuneração e também dos envolvidos, cliente e profissional.
Amanhã e sábado, ainda publicarei alguns artigos do livro, a aprtir de Segunda-feira, explico algumas coisas.
Fraterno abraço a todos!
Senhor da Floresta.

senhordafloresta

Casas que matam - Parte 2

maos sagradas - maos sagradas


Felicidade a domicílio

Quando se habita uma casa ‘’neutra'’ ou benéfica, ter conheci¬mento disto não oferece muito interesse. O fato de sabê-Io não alterará em absoluto o comportamento de quem a habita. Mas, quando se ocupa uma casa maléfica, é da maior importância estar informado disto com toda a certeza: só assim se terá possibilidade ou de abandoná-la o quanto antes (a pior mudança é sempre melhor que padecer de um fatal infortúnio), ou de saneá-Ia seguindo os procedimentos adequados, relativamente simples na maioria dos casos. Explicar estes procedimentos - alguns dos quais são puramen¬te científicos, ao passo que os demais concernem, em maior ou menor grau, a urna magia empírica - constitui precisamente o princi¬pal objetivo deste estudo. É claro que nosso propósito tropeça numa dificuldade: os procedimentos variam segundo a natureza do malefício. E se por um lado constatar os efeitos está ao alcance de qualquer observador honesto, por outro lado encontrar as causas exige conhecimentos e técnica que não se ensinam em universidade nenhuma. Assim, se se deseja obter resultados úteis, a primeira coisa que se deve fazer é estabelecer um diagnóstico que não seja aproximativo, mas, ao contrário, rigorosamente preciso, com o obje¬tivo de que o remédio adeqüe-se com toda a exatidão ao mal.
De qualquer modo, o mais importante é não adotar com respeito â casa uma atitude cega e passiva. Antes de mais nada, não resignar-se, mas indagar de onde procede o malefício a fim de poder remediá-Io. A primeira preocupação do morador deve ser a de desen¬tranhar o mistério das paredes entre as quais vive, e seu primeiro dever é tomar as conseqüentes precauções e medidas úteis para que a felicidade venha morar com ele.

Extraído do Livro casas que Matam - Roger de Lafforest

senhordafloresta

Casas que Matam - Parte 1

geobiologia. - geobiologia.

A MEMÓRIA DAS PAREDES

Cada objeto pode levar sua história escrita invisivelmente ao seu redor.
(Papus)

Nem que as paredes fossem esponjas! Estão empapadas, impregnadas de todas as manifestações de vida que presenciam, como testemunhos impassíveis na aparência. Nenhum calor humano lhes passa por alto, nenhum ruído, palavra, novidade, caráter, lágrima, suor, odor (seja de cozinha, seja de perfume), murmúrio amoroso ou grito de ódio escapa à sua recordação. Conservam as pegadas de todos os acontecimentos, de todas as cenas e espetáculos que presenciaram.
As alegrias, os sofrimentos, os sentimentos e inclusive os pensamentos humanos criam, no interior de uma casa, um ambiente vibra¬tório composto de inumeráveis microvibrações (tanto de ondas concretas como abstratas) que atravessam a decoração inerte da exis-tência cotidiana, deixando cicatrizes tanto mais profundas quanto mais violento e reiterado tenha sido o impacto.
Esta memória das paredes não se limita só a registrar e conser¬var imagens, impressões… Também é capaz, depois de um estranho processo de incorporação, de restituir as recordações acumuladas sob a forma de radiações que influirão - benéfica ou maleficamente, segundo a matéria prima da recordação - nos subseqüentes habitantes da casa.
É na perspectiva de uma tal acepção que devem ser consi¬deradas expressões do gênero “casa benéfica” ou “casa maléfica”. Uma morada na qual só se tenham produzido acontecimentos felizes exalará eflúvios benéficos que favorecerão a felicidade de seus ocupantes. Pelo contrário, a herança do passado contagiará de infortú-nios o presente, se as paredes recordarem, digamos, “o suicídio de tio Adalberto”, ou “o longo calvário do avô, que morreu de câncer”.
Mas pode haver paredes amnésicas! O que seria sumamente tranqüilizador. Por desgraça, a reverberação do passado sobre o presente, que existe tanto no sentido próprio quanto no figurado, é particularmente visível, virulenta e constante no interior das casas. Há que admiti-lo, e, posto que o sabemos, só nos resta o recurso de utilizar os meios adequados para conseguir que a herança seja inofen-siva. Precisamente a descrição de tais meios é o que nos ocupará nas páginas seguintes.

As paredes cumprem, de certo modo, a função de acumula¬dores das ondas transmitidas através das microvibrações do ambiente. Estes acumuladores realmente insólitos carregam-se e se descarregam mediante oscilações incessantes; são como intercambiadores perpétuos. Ademais, possuem uma particularidade absolutamente extra¬ordinária: uma vez carregados, jamais se esgotam e podem emitir indefinidamente sua energia, sem se esgotar.
Por conseguinte, a irradiação experimentada pelos habitantes, quer benéfica, quer maléfica, marcará definitivamente o habitat. Nem o tempo nem o desgaste conseguirão, daí por diante, apagar esta qualidade.
Quando se trata de um mal, o único modo de acabar com ele seria derrubar a casa por completo, não deixar pedra sobre pedra. (Apesar de tudo, nada garante que cada pedra não tenha memória individual e que seja maléfica por si só e contagiosa). Mas derrubar as paredes para que percam a memória é, de certo modo, como deca¬pitar um homem para que esqueça suas más recordações. Afortuna¬damente, há outros remédios, mais suaves, que podem ser utilizados com proveito, quando o que se pretende conseguir é uma neutrali¬zação temporária.
Mais adiante veremos que classe de aparelhos estão em con¬dições de garantir proteção eficaz contra as ondas nocivas. Para começar, procuraremos esclarecer bem como se desenvolve o proces¬so de impregnação das paredes por parte das ondas ambientais.
Tomemos o exemplo mais característico: o de uma “casa de câncer”, cuja insalubridade não se deve a nenhuma causa geológica, química, eletromagnética, telúrica ou cósmica, quer dizer, a nenhu¬ma causa de origem natural procedente do solo ou do subsolo. Esta casa é sadia quanto a seus alicerces e sua construção em geral. Qual é a origem do mal? A memória das paredes, evidentemente. Suponha¬mos que uma ou várias pessoas atacadas pelo câncer tenham vivido nesta casa ou apartamento: suas paredes estarão impregnadas de ondas nocivas e estas se refletirão indefinidamente sobre todos os habitantes que a ocupem depois da mudança ou morte do enfermo.
Estes comprimentos de onda são de amplitude muito fraca, mas muito fortes em densidade. Se o novo ocupante da casa goza de boa resistência física, o mais provável é que não se veja absoluta¬mente incomodado; mas bastará que as células de seu organismo ¬em conseqüência de uma depressão, fadiga ou simples resfriado ¬tenham perturbado seu equilíbrio vibratório e seu comprimento de onda seja inferior ao das ondas maléficas refratadas pelas paredes, para que o dito ocupante torne-se vulnerável. Neste último caso, sua morfologia sofrerá interferência eletromagnética, que provocará um desequilíbrio oscilatório em sua vida celular. Se a pessoa em questão tem uma predisposição específica, está condenada sem remédio. A casa de câncer terá cobrado nova vítima.

Extraído do Livro casas que Matam - Roger de Lafforest

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