Arquivo de Maio de 2010

Produ    o agricola - Produ    o agricola

Controle de doenças em produção agrícola a baixo custo

O controle de uma das dores de cabeça dos produtores em Hidroponia,o Pitium (Pythium middletonii Sparrow e Pythium dissotocum Drechsler), teve um retrocesso em nossas observações a campo, com a utilização de Ozônio. Constituímos uma parceria com a Ozonebrás e ela nos cedeu um gerador de Ozônio para testes em estufa. Fizemos uma avaliação n uma pequenina bancada e agora estamos tratando de uma estufa completa com área total de seiscentos metros quadrados. A observação é que o controle foi eficaz já na primeira semana.
Isso passa a ser um elemento importante para a agricultura alternativa, visto que não tem a utilização de agroquímico e os resultados são rápidos. Ao levarmos a questão para a ponta do lápis, as vantagens são bem maiores. Economizamos no tratamento evitando o uso de agroquímico, ganhando em qualidade e aumentando o período do pós colheita, depois de colhidos e ao serem embalados, os produtos higienizados com Ozônio tem um tempo de prateleira muito maior, o que interessa sobremaneira o produtor e ao consumidor.O detalhe é que os produtos devem ser tratados logo antes de serem processados.
A desinfecção das caixas utilizadas, bem como todas as dependências de tratamento no pós colheita inclusive de todo o equipamento utilizado devem ser tratados com Ozônio, o que além de eficiente e eficaz, baixa o custo de todo o processo.
Estamos efetuando testes em manejos de gado leiteiro e eqüinos, pois a intenção é que esse gerador tenha múltiplas funções para que tenha um índice de aproveitamento superior e minimize ao máximo os custos da produção.
Outro detalhe interessante, mas ainda em testes, é a utilização do Ozônio para controle de nematóides no solo. Temos alguns resultados positivos, mas precisamos de mais para poder afirmar a ecicácia do Ozônio.

Produ    o agricola - Produ    o agricola

senhordafloresta

Sujismundo

O pessoal mais antigo há de recordar do Sujismundo.
Ele está voltando:

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senhordafloresta

Meio ambiente para seres Humanos

Pode tudo - Pode tudo

Nosso blog, ressalta o meio ambiente e coisas afins.
Pode ser que alguém considere o texto abaixo como político, mas não é essa a intenção. Na realidade a intenção é que tenhamos um meio ambiente saudável para todos os seres viventes, e da forma que foram tomadas atitudes como as que repassamos abaixo, temos consciência que muitos seres semelhantes a nós serão afetados de várias formas.
Uma mata não é questionada quando se vai fazer uma queimada, um animal não é questionado no abatedouro, uma hortaliça não é consultada se quer reproduzir ou virar alimento, apenas é colhida e dessa forma encerra seu ciclo.
Mas nós seres humanos, podemos fazer alguma coisa mais coerente, pois temos o direito de defesa denominado título de eleitor.
Fraterno abraço a todos ! ! !
Senhor da Floresta.

Itamaraty não tem ato secreto. É tudo às claras

Embora nunca tenhamos sentido a menor falta, o Brasil já conta com
importante representação diplomática em Bamako. Não sabe o prezado
leitor onde fica? Ora, Bamako é a trepidante capital do Mali, nação da
África ocidental. Fala-se francês por lá, já que nos anos 1880 foi
possessão francesa.

Se o querido leitor não tiver achado Bamako importante podemos ampliar
a oferta. Que tal Baku, capital e porto do Azerbaijão? Talvez
Belmopan, onde temos igualmente vigorosa presença diplomática.
Belmopan, apesar de capital, é sossegada cidade de menos de 15 mil
habitantes, no distrito de Cayo, Belize.

Temos mais. Na verdade, temos mais de quarenta países nos quais o
Brasil abriu embaixadas e consulados-gerais nos últimos dois anos.
Lugares como Basse-Terre, Castries, Conacri, Cotonou, Cartum,
Gaborone, Malabo, Novakchott, Roseau, St. Georges, St. John’s ou
Uagadogu (só por curiosidade, é a capital de Burkina Fasso), entre
outros. A maioria, certamente, só o chanceler Amorim alguma vez na
vida ouviu falar.
Mas não se pode dizer que padeça o Itamaraty da falta de sizo do
Senado. Não se verá, no ministério de Celso Amorim rastros de atos
secretos ou bandalheiras tão em voga hoje no Congresso. Nada disso.

Tudo o que ali se faz é estampado com todas as letras no Diário
Oficial. O problema é que algumas dessas novidades são produzidas com
o formato das batatas, outras a cor e a aparência das laranjas. Como
legumes e frutas não se somam, apenas aos iniciados é dado perceber o
que sai da caneta do ministro. O que aqui se mostra, portanto, é a
manifestação dos corredores do Itamaraty.

Essa farra de embaixadas, por exemplo, faz parte da senda brasileira
pelo mundo pobre. De quebra, se junta à obsessão por ocupar lugar
permanente no Conselho de Segurança da ONU. Como se China, Rússia e
Estados Unidos aceitassem a idéia. E se topassem, digamos, aumentar em
duas as cadeiras, o Japão e a Alemanha fossem ficar de fora para dar
vez ao Brasil.

Mas, se para fora essa festa esbarra no mundo real, para dentro
resulta em assalto ao bolso da pobre viúva. A escolha de nomes para o
primeiro posto dessas embaixadas e consulados gerais não chega a ser
problema. Ninguém chega a ir amarrado, mas o escolhido geralmente
recebe o posto como missão. Para os demais cargos, no entanto, o
exercício é penoso.

Dificilmente alguém que enxergue futuro na diplomacia se dispõe a
queimar um pedaço da vida num fim de mundo. Principalmente porque, num
lugar desses, a menor distração transforma o indigitado em peça de
almoxarifado. Quem aceita, embarca com a passagem de volta no bolso.
Nada além de noventa dias. O segredo aí é que, por um período desses,
além do salário ganham-se diárias. Um belo punhado de dólares que dá
para viver direito, enquanto o salário se soma à poupança.

Mas não só em direção ao desterro movem-se os destinos no Itamaraty.
Cuida-se ali também da vida afetiva dos escolhidos. Ano passado, por
exemplo, Antônio José Ferreira Simões, lotado no gabinete de Amorim,
foi feito embaixador em Caracas. Até aí, tudo bem. Pouco depois,
porém, o Brasil abriu um consulado-geral em Caracas. Quem foi nomeado
para o posto de cônsul? Ora, Mariangela Rebuá de Andrade Simões, a
senhora Ferreira Simões.

Também em 2008, o Brasil formalizou sua representação junto à
Organização Mundial do Comércio, a OMC. Para comandá-la foi escolhido
Roberto Carvalho de Azevedo. Só pessoas muito maldosas acreditam que a
escolha de Roberto para o posto guarda relação com o fato de Maria
Nazareth Farani Azevedo, chefe de gabinete do ministro, ter assumido o
comando da delegação brasileira na ONU ( ? ), ambos serem casados e as
duas delegações funcionarem na mesma cidade, Genebra.
Claro que deve ser absoluta coincidência, mas fenômeno semelhante
ocorreu com a designação, este ano, de Regina Maria Cordeiro Dunlop
para a delegação brasileira na ONU, entidade que, como se sabe, tem
sede em Nova York. Com Regina Maria no posto, o Brasil sentiu falta de
um consulado-geral na região. Instalou-o no distrito de Hartford,
estado de Nova York, e botou a comandar o lugar Ronaldo Edgar Dunlop,
casualmente marido de Regina Maria. (PS - No meu tempo havia consulado
em Nova York mesmo, na 5ª Avenida).

Mas não só de arranjos domésticos vive o Itamaraty. Pouco se fala para
fora de Brasília, mas já se torna visível ao mundo, por exemplo, o
talento da diplomacia brasileira no mercado imobiliário. Em apenas
duas investidas na área o ministério de Amorim garantiu para o próximo
governo uma herança difícil de esquecer. Em Nova Delhi, comprou por
cinco milhões de dólares o terreno (atenção: só o terreno) onde, um
dia, construiremos a embaixada. Em Genebra, pagou quarenta (atenção:
quarenta) milhões de dólares pelo prédio que abrigará as
representações brasileiras. A soma dos dois eventos surpreendeu até
funcionários habituados à largueza de gestos da nossa diplomacia. Nem
a secretaria-geral do Senado seria capaz de tamanho feito.
TUDO QUE ESTÁ CONTIDO NESSE E-MAIL É CÓPIA DO SITE ABAIXO. COMPROVE.
http://xicovargas.uol.com.br/index.php/114

PT   ESCADA DE LULA - PT   ESCADA DE LULA

senhordafloresta

Humato Macota

macota litro - macota litro

Nós da Macota Soluções Ambientais, temos uma produção de Ácidos Húmicos e Fúlvico sustentável temos a Patente de uma forma de extração a partir do Húmus de minhoca, o mesmo que Darwin denominou o Rei dos Fertilizantes.
Nossa produção em nada afeta o meio ambiente por que não é extraída de Turfas ou outras reservas naturais.
Pesquisamos por vinte e cinco anos até que conseguimos uma formulação adequada as exigências para ser denominado rei dos fertilizantes.
Trabalhamos apenas sob encomenda por enquanto, mas em breve passaremos a produzir para suprir grandes mercados.
As fruteiras tratadas com Humato Macota, tem um teor de bricks mais acentuado (mais adocicado) e as raízes aumentam consideravelmente, protegendo o vegetal contra calor e frio intenso.
As folhas ficam com um brilho mais intenso demonstrando um vigor extra, e dessa forma sofrendo menos os efeitos da evapo transpiração, o que em matéria de meio ambiente quer dizer menos agua na irrigação com um melhor aproveitamento pela planta.
Muitas vezes as donas de casa com suas plantinas de ambiente interno, ficam preocupadas com a saúde do mundo alarmadas pelos veículos de comunicação, sendo que dentro de sua casa, ela utiliza adubos químicos que por transpiração da planta poluem seu Lar, ocasionando problemas na maioria das vezes respiratórios no início, mas desencasdeando outra série de transtornos na saúde dos que coabitam o lar, e no final das contas a distração passa a ser um gasto a mais em remédios e consultas médicas.
O Humato Macota é indicado para qualquer tipo de vegetal, em caso de flores, as cores ficamm muito mais fortes e vistosas.
Experimente, o custo é pequenino e as vantagens são várias, entre em contato com a Macota.com.br e faça seu pedido, teste e depois fique cliente, pois vai gostar.

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