Arquivo de Dezembro de 2009

senhordafloresta

Freqüencia Terrestre

freguencia terrestre 1 - freguencia terrestre 1

Ressonância Schumann

Não apenas as pessoas mais idosas, mas também jovens fazem a experiência de que tudo está se acelerando excessivamente. Ontem, foi carnaval, dentro de pouco será Páscoa, mais um pouco Natal. Esse sentimento é ilusório ou possui base real?
Pela “ressonância Schumann” se procura dar uma explicação. O físico alemão W. O. Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por um campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera que fica cerca de 100 km acima de nós. Esse campo possui uma ressonância (daí chamar-se ressonância de Schumann) mais ou menos constante da ordem de 7,83 pulsações por segundo. Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida.
Verificou-se também, que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma freqüência de 7,83 hertz. Empiricamente fez-se a constatação que não podemos ser saudáveis fora desta freqüência biológica natural. Sempre que os astronautas, em razão das viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas, submetidos à ação de um “simulador Schumann” recuperavam o equilíbrio e a saúde.
Por milhares de anos as batidas da Terra tinham essa freqüência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio. Ocorre que, a partir dos anos 80 e de forma mais acentuada a partir dos anos 90, a freqüência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo. O coração da Terra disparou. Coincidentemente desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Devido à aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16horas. Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais não é ilusória, mas teria base real neste transtorno da ressonância Schumann.
Gaia, esse superorganismo vivo que é a Mãe Terra, deverá estar buscando formas de retornar a seu equilíbrio natural. E vai consegui-lo, mas não sabemos a que preço, a ser pago pela biosfera e pelos seres humanos. Aqui, abre-se o espaço para grupos esotéricos e outros futuristas projetarem cenários, ora dramáticos, com catástrofes terríveis, ora “esperançadores” como a irrupção da quarta dimensão pela qual todos seremos mais intuitivos, mais espirituais e mais sintonizados com biorritmo da Terra.
Não pretendo reforçar este tipo de leitura. Apenas enfatizo a tese recorrente entre grandes
cosmólogos e biólogos de que a terra é, efetivamente, um superorganismo vivo, de que Terra e humanidade formamos uma única entidade, como os astronautas testemunham de suas naves espaciais. Nós, seres humanos, somos Terra que sente, pensa, ama e venera. Porque somos isso, possuímos a mesma natureza bioelétrica e estamos envoltos pelas mesmas ondas ressonantes Schumann. Se quisermos que a Terra reencontre seu equilíbrio devemos começar por nós mesmos: fazer tudo sem stress, com mais seriedade, com mais amor que é uma energia essencialmente harmonizadora. Para isso importa termos coragem de ser anti-cultura dominante que nos obriga a ser cada vez mais competitivos e efetivos. Precisamos respirar juntos com a terra para conspirar com ela pela paz.

Autor: Leonardo Boff – teólogo
04 de março de 2004 – Brasil

senhordafloresta

Jesus Fonte de Água Viva

Jesus fonte de agua viva - Jesus fonte de agua viva

Passados três dias das comemorações do símbolo maximo do Cristianismo, me pergunto: Que nascimento esse pessoal festejou?
O que se vê, são pessoas numa febre de consumo incrível, lembrando mais do velhinho (Noel) do que do recém nascido (Jesus), que tinha por nome tradicional na época : Yeshua ben Youssef. (Jesus filho de José), pois segundo a tradição, os sobrenomes por assim dizer, eram compostos do nome+grau de parentesco+nome do pai.
Mas quem se interessa por isso? O que interessa são os presentes dados em nome e lembrança de Noel, e as bebidas e comidas regadas por muita conversa fiada!
Já viram alguém comemorar o Vesak (aniversário de Buda)? Nada de exageros, muitas reflexões, muita meditação uma coisa mais dimensionada para um nascimento de alguém muito importante.
As estatísticas de acidentes de trânsito, não condizem com a data, assim como a violência é de arrepiar, em se tratando dos festejos do nascimento de um redentor da humanidade.
A tristeza que sinto pairando no ar nessa época é de impressionar, por isso prefiro passar trabalhando ou quietinho num local qualquer, pois é época de reflexão.
Segue abaixo um trecho do sermão do quarto domingo do advento, escrito pelo Padre Antônio Vieira (Lisboa, 6 de fevereiro de 1608 — Bahia, 18 de Julho de 1697) :
Muito melhor me conheço eu diante da imagem de um pecado, que diante da imagem de um Cristo crucificado. Quando estou diante da imagem de Cristo crucificado, parece que tenho razões de me ensoberbecer, porque vejo o preço por que Deus me comprou; mas quando me ponho diante da imagem de um pecado, não tenho razões de me humilhar, porque vejo o preço por que eu me vendi. Quando vejo que Deus me compra com todo o seu sangue, não posso deixar de cuidar que sou muito; mas quando vejo que eu me vendo pelas nadas do mundo, não posso deixar de crer que sou nada.’
(Sermão do Quarto Domingo do Advento – Padre Antônio Vieira)

Para encerrar, vamos relembrar uma cançao do Padre Zezinho:

Eu te peço desta água que tu tens
És água viva meu senhor
Tenho sede, tenho fome de amor
E acredito desta fonte de onde vens
Vens de Deus, estás em Deus, também és Deus e Deus contigo faz
um só
Eu, porém, que vim da Terra e volto ao pó quero viver
eternamente ao lado Teu
És água viva, És vida nova e todo dia me batizas outras vez
Me fazes renascer, me fazes reviver e quero água desta fonte de
onde vens

senhordafloresta

Para descontrair

metralhas - metralhas

DOIS CAPETAS

Um casal tinha dois filhos que eram uns capetas.
Os pais sabiam que, se houvesse alguma travessura onde moravam, eles, com certeza, estariam envolvidos.

A mãe dos garotos ficou sabendo que o novo padre da cidade tinha tido bastante sucesso em disciplinar crianças. Então, ela pediu a ele que falasse com os meninos.

O padre concordou, mas pediu para vê-los separadamente. A mãe mandou o filho mais novo.

O padre, um homem alto, com uma voz de trovão, sentou o garoto e perguntou-lhe austeramente:
- Onde está Deus?

O garoto abriu a boca, mas não conseguiu emitir nenhum som. Ficou sentado, com a boca aberta e os olhos arregalados.

Então, o padre repetiu a pergunta num tom ainda mais severo: o garoto não conseguia emitir nenhuma resposta.

O padre levantou ainda mais a voz, e com o dedo no rosto do garoto berrou:
- ONDE ESTÁ DEUS ?????????

O garoto saiu correndo da igreja direto pra casa e trancou-se no quarto. Quando o irmão mais velho o encontrou, perguntou:
- O que aconteceu?

O irmão mais novo, ainda tentando recuperar o fôlego, respondeu:
- Cara, desta vez tamo fu_di_do. DEUS sumiu, e acham que foi a gente !!!!!

Agradecimento especial a Janhe Mara de João Pessoa, Paraíba.

senhordafloresta

Brincadeirinha

Porco - Porco

De ante-mão pedindo desculpas ao Lucas Maurílio (Viçosa M.G.) e ao dr.: Carmo Felipe Brandolin (S.P.-S.P), vai aqui a colaboração de nossa leitora/seguidora Dona Eliane Garcia (S.P.-S.P.):

SAIU NOME DO 1° COLOCADO
NO ENEM 2009,
NO ÚLTIMO FINAL DE SEMANA

O NOME DELE É …

VEJA ABAIXO:

PALMEIRAS !!!!!!!!!!
- E nem foi campeão brasileiro
- E nem foi VICE-campeão brasileiro
- E nem fICOU ENTRE OS TRÊS PRIMEIROS COLOCADOS
- E nem foi pra Libertadores
- E nem foi campeão paulista
- E nem foi PÔRRA nenhuma…

E ainda tem o tal do leitãozinho assado no natal!!!

senhordafloresta

Água Fonte da Vida

agua fonte da vida - agua fonte da vida

Água da Vida

“Uma vez que a estrutura molecular da água é a essência da vida, o homem capaz de controlar essa estrutura no âmbito celular mudará o mundo.”
(Dr. Albert Szent-Gyorgy, Ganhador do Premio Nobel de Medicina)
A água é uma força viva, conforme descoberto pelo cientista austríaco Victor Shauberger. Sua energia possui uma vibração específica, mas esse padrão é perdido até chegar em nossas residências.
Para começarmos a entender como a água é uma força vital, armazena e irradia energia, imagine-se sentado na frente de uma cachoeira, ou do mar. Ouça em sua mente o som da água batendo contra as rochas, ou das ondas quebrando na praia. O simples fato de imaginarmos isso nos traz uma onda de tranqüilidade e paz. Isso, no entanto, é apenas um aspecto da vitalidade e da vibração da água. Agora imagine o potencial existente no interior das moléculas da água!
O potencial terapêutico da água está presente em vários países e culturas do mundo. Dentre alguns exemplos, pode-se citar o Poço Sagrado de Chalice, localizado em Glastonbury (antiga ilha de Avalon), na Inglaterra, e as águas sagradas de Lourdes, na França. A água dessas fontes possui propriedades medicinais que são constantes objeto de estudo.
Memória da água
Pesquisas têm demonstrado que a água é formada por uma matriz de cristais de hidrogênio (pontes de hidrogênio), sendo que os mesmos constituem estruturas de vários formatos. É por meio dessa combinação das pontes de hidrogênio, que a água armazena informações dos locais e das energias às quais ela foi exposta. Esse processo de memória da água tem sido estudado com maior ênfase nos últimos anos, comprovando cientificamente o que algumas culturas já acreditavam: a água é um elo entre o mundo físico e o energético.
A Homeopatia, por exemplo, é baseada na capacidade que água tem de se unir e transportar freqüências vibracionais de substâncias físicas.
Ao explicar essa capacidade intrínseca da água de reter informações (energias, resíduos químicos, etc), a cientista Johanne Grander disse que a água é semelhante a uma fita cassete. Assim, de acordo com os elementos aos quais ela é exposta, informações são registradas em seu interior. Vale ressaltar que a água poluída também possui essa capacidade e, mesmo após ter sido filtrada, essa propriedade permanece.
O cientista francês Jacques Benveniste é um dos pesquisadores dessa área. Junto com sua equipe, ele demonstrou que uma substância, mesmo tendo sido removida da água fisicamente, ainda possuía registros energéticos em sua constituição. Essa mesma teoria, na verdade, não é recente, uma vez que a Homeopatia parte de um principio semelhante. As descobertas de Benveniste foram documentadas pela Nature Magazine – um dos mais influentes jornais científicos. O fundamento principal de seu estudo é direcionado para a capacidade de cura que a água possui, uma vez que a mesma pode ser programada para esse fim.
No Japão, o cientista Masaru Emoto também reforçou a idéia de que a água é um elemento vivo. Seus estudos conseguiram registrar (em fotografias) os cristais de água (pontes de hidrogênio), que surgem no processo de congelamento da água. Primeiramente, o Dr. Emoto congelou diferentes amostras de água e, após congeladas, foram ampliadas e fotografadas. Foi assim que ele começou a comparar diferentes amostras, recolhidas de várias partes do mundo.
O Dr. Emoto demonstrou que a água possui uma força consciente que reconhece e responde a diferentes estímulos de seu ambiente. Dentre esses estímulos, foi possível identificar os seguintes: música (de diferentes estilos), palavras que proferimos, orações e, até mesmo, pensamentos! Suas descobertas foram publicadas em vários de seus livros, Nos livros existem fotografias de centenas amostras que água que foram submetidas a diferentes situações, conforme citado anteriormente.
As fotos tiradas pelo Dr. Emoto são evidências muito claras de como o homem é vulnerável à influências externas, visto que nosso corpo é constituído por 70% de água! Esses fatos científicos nos chamam a atenção para uma nova forma de pensar e interagir com a natureza e o meio em que vivemos.
Outro cientista que também comprovou essas diferenças na estrutura molecular da água foi o cientista alemão Theodor Schwenk. Ele percebeu que enquanto as amostras de nascentes apresentavam um padrão geométrico semelhante ao de uma rosa, as imagens capturadas de água de torneira revelavam uma estrutura caótica e sem nenhuma harmonia geométrica. Com essas imagens Schwenk foi capaz de ilustrar como as formas naturais da água são afetadas por meio do tratamento e transporte da água até nossas residências.
O que acontece quando bebemos água que possuem agrupamentos menores?
Jon Barron, um renomado especialista em saúde, afirma que o tamanho dos agrupamentos de água são cruciais para obtermos uma melhor hidratação. Isso ocorre porque as partículas de água conseguem atravessar com maior facilidade a membrana plasmática das células. Isso otimiza todas as funções bioquímicas do organismo. Quanto maior esses agrupamentos, menor o desempenho dessas funções.
Barron acrescenta que enquanto a água é constituída das mesmas moléculas de H2O, existe uma variação na maneira que as mesmas se organizam e se unem por meio das pontes de hidrogênio.
O que é a água energizada (água com vida)?
Quando nos referimos a uma pessoa entusiasmada com a vida, visualizamos um indivíduo cheio de energia. Isso contagia as pessoas ao redor e tendemos a associar essa pessoa com coisas boas. A água energizada se assemelha a essa pessoa. De acordo com seu padrão vibracional, a água irradia energias positivas em nosso campo bioenergético. O ciclo da água na terra ajuda a conservar essa energia, que possui características próprias e torna possível a explorarmos.
Conforme discutimos anteriormente, a memória da água é que torna possível armazenarmos essas informações salutares. Dessa forma, garantimos uma fonte de alimentação energética, além da simples hidratação do organismo. Isso tudo fortalece os vários sistemas de nosso corpo, contribuindo para nossa boa saúde.
Benefícios da água energizada
O termo que melhor explica a energia sutil da água é a energia escalar, que está presente nas águas de nascentes e de rios. Agora, um segundo aspecto que vale ressaltar é que a energia escalar promove os pequenos agrupamentos mencionados acima. Assim é possível aumentarmos o campo energético de nossas células, facilitando a troca de nutrientes e a eliminação de toxinas. Como energizar a água?
Em tempos modernos poucos de nós temos acesso a água energizada. Como é possível recuperar a vitalidade original da água? A boa nova é que hoje temos mecanismos para isso. A memória da água, ao ser exposto à energia escalar, reestrutura as pontes de hidrogênio e o padrão vibracional original das moléculas da água.
Alguns pesquisadores descobriram que ao expor a água a certo tipos de energia, quebraria grandes agrupamentos em menores. E como mencionado anteriormente, a água com agrupamentos pequenos melhora a qualidade da água e hidrata o corpo mais efetivamente. Aplicando energia escalar na nossa água é possível recriar a água energizada ou água com vida, dessa forma se beneficiando das propriedades da vibração, vitalidade e saúde que ela oferece.

Fonte DR. MASARU EMOTO E A ÁGUA

senhordafloresta

A vida secreta das plantas

plantas percepcao - plantas percepcao

As plantas e a percepção extra-sensorial.

Houve sempre o debate acirrado entre cientistas, parapsicólogos e cético, sobre a existência dos fenômenos classificados como PES ou Percepção Extra Sensorial. A grande dificuldade destes debates é a de se estabelecer dentro do método científico, a ocorrência do fenômeno, de PES.
O Dr. J. B. Rhine, o mais célebre dentre todos os vultos da parapsicologia, trabalhou nesta área na Universidade de Duke desde o início dos experimentos neste campo, tentando autenticar e oficializar esta área como ciência. Entretanto, o máximo que ele conseguiu foi estabelecer que a freqüência destes eventos nos seres humanos é tamanha, que seria impossível nega-los ou relegar os resultados obtidos em Duke ao “acaso”.
A palavra extra-sensorial, entretanto, não parecia ser muito adequada para os fenômenos telepáticos demonstrados pelas plantas: “extra-sensorial” implica - acima dos sentidos - e as plantas não parecem possuí-los. Darwin e os botânicos, também, nunca haviam mencionado, com certeza, a existência de um sistema nervoso vegetal. O que existia eram suposições.
Levando estas considerações como ponto de partida, Clive Backster certificou-se e muito corretamente, de que os nossos cinco sentidos nos limitam e nos escondem uma “percepção primária” que talvez, seja comum a toda a natureza: “Talvez as plantas sem olhos consigam enxergar melhor do que nós”. C. Backster.
Os nossos cinco sentidos têm a chance de poder escolher livremente entre o perceber, perceber indistintamente ou ignorar, de todo, a percepção.
Para constatar toda a realidade da sua descoberta, Clive Backster montou um laboratório digno da era espacial. O resultado das experiências foi assombroso, as plantas reagiram a ameaças concretas e potenciais, mutilações, esmigalhamentos, cortes ou aos perigos potenciais representados por cachorros e pessoas que não ama as plantas. Na universidade de Yale, Backster realizou o “experimento da aranha” diante dos universitários que representavam uma platéia e tanto para este tipo de experiência. As plantas reagiram à entrada de uma aranha no recinto, mesmo antes do fato de que a aranha começasse a correr de alguém que combatia veementemente os seus movimentos. “A impressão que se tinha é de que cada decisão da aranha para escapulir era apreendida pela planta, causando assim uma reação na folha”. Clive Backster.
Outra descoberta feita: a de que as plantas talvez se afinem umas com as outras e de que diante da vida animal dêem menos atenção às intenções das suas companheiras.
“A última coisa que uma planta espera é que outra lhe crie problemas”. C. Backster.
O “controle” que as plantas exercem ao seu redor diz respeito aos bichos e seres humanos porque eles “se movem”, merecendo, portanto, um controle atento da sua parte. Vez por outra, a planta pode imitar um animal em sua auto defesa, o gambá, por exemplo.Ameaçada por um perigo iminente a planta desmaia, “apaga” como se estivesse morta… Para sobreviver.
Um caso interessantíssimo se deu no laboratório de Backster, quando ele recebeu a visita de um fisiologista canadense. As cinco primeiras plantas testadas se recusaram à demonstração dos seus dons. Backster esmerou-se na verificação da aparelhagem e em outros expedientes, em vão.A sexta planta testada pós toda esta trabalheira, corajosamente, demonstrou as suas habilidades. Intuitivamente, Backster iniciou um diálogo com o fisiologista:
“Por acaso seu trabalho o força a fazer mal às plantas?”
“Sim, eu as liquido, torro-as no forno para obter o seu peso seco para minha análise.”
Quarenta e cinco minutos após a saída do fisiologista rumo ao aeroporto, TODAS as plantas responderam aos testes de Clive Backster.

E o “vegetarianismo”, como fica?

Observando fatos como os descritos acima, Clive Backster chegou à conclusão de que as plantas podem ser levadas ao “desmaio” ou mesmerizadas” pelos seres humanos, como acontece no ritual dos carrascos antes de um animal ser abatido de forma correta. O “magarefe” comunica-se com o animal e lhe infunde morte serena, sem que ele tenha tido tempo, como defesa, de expelir resíduos químicos nocivos ao paladar e à saúde de quem irá ingerir a sua carne. Este pensamento levou Backster a raciocinar que as plantas e frutos que consumimos “queiram” de fato ser consumidos, mas só numa espécie de ritual amoroso, como uma comunicação real entre o que come e o que é comido - numa “comunhão” do tipo religiosa - e não com a costumeira matança desapiedada”. Tompkins e Bird.

Diz Backster: “Pode ser que um vegetal prefira passar a fazer parte de outra forma de vida a apodrecer no chão, assim como, à sua morte, uma pessoa pode experimentar alívio por encontrar-se num plano de existência mais alto.”

Fonte A Vida Secreta das Plantas – Peter TOMPKINS e Christopher BIRD

* Ilustração: Claudio Salvio.

senhordafloresta

A Ordem implícita (final)

holo1z - holo1z

A Evolução

A natureza, sob determinados aspectos, cria através da evolução. Bohm já havia manifestado, na sua teoria, assertivas muito originais como: “somos capazes de ordenar o que fazemos, podemos desempenhar um papel funcional na produção de uma ordem superior, que seria inviável sem nós. Não apenas a modificamos levemente, mas, principalmente, embora provoquemos minúsculas mudanças no todo, isso é crucial para que essa ordem possa transformar-se em algo novo, capaz de por em ação o seu potencial… Somos parte do movimento, não há separação entre e ele; somos parte da maneira com que se molda a si próprio”.

O Gênesis – A Criação do Universo

“A idéia atual do universo pode representar algum estágio de um universo maior, um universo de luz. Até onde podemos perceber, esse universo de luz é eterno. Entretanto, a certa altura, alguns desses raios luminosos se juntaram e produziram a grande explosão – o Big-Bang. Isso desencadeou o nosso universo, que também terá um fim”.
O cientista especifica onde está situado este universo luminoso – além do tempo – o que pode significar que existam outros universos além do nosso, com várias idades, várias eternidades, e necessariamente, não serão sucessivos.
Descartes, na física, vê o movimento como sendo uma entidade ou qualquer coisa que se mova de um ponto a outro. O holomovimento de Bohm não concorda com o pensamento cartesiano, o seu holomovimento é MANIFESTAÇÃO e NÃO-MANIFESTAÇÃO. Nele, a ordem implícita se torna MANIFESTA e NÃO MANIFESTA e assim por diante.

O Universo Pensa? Criação e Seleção

Sendo a ordem explícita – o universo de luz – a FONTE de toda a manifestação, podemos supor que, talvez, o universo PENSA, ou algo assim… O universo tenta uma variedade de formas. A seleção natural explica como as coisas sobrevivem depois de sua emergência ou aparição, mas não explica porque tantas formas surgiram. Parece existir uma tendência em produzir formas e estruturas, sendo a sobrevivência ou seleção natural um mero mecanismo que escolhe as formas destinadas a durar. Toda forma incompatível consigo mesma ou com o meio ambiente está fadada ao desaparecimento. Penso que o universo aprende”.

A Produção de Formas

Bohm: A semente: energia e nutrientes vêm do sol, doar, da terra, da ´água e do vento, mas a própria semente tem pouquíssima energia. No entanto, possui a forma da planta e essa minúscula energia ou forma se imprime em todos os outros fatores para produzir a planta. Essa pitada de energia governa, de algum modo, o desenvolvimento subseqüente, de modo que o sistema inteiro se destina à produção e uma planta e não d um cão, de um gato ou de outra coisa qualquer… Pensamento e matéria são ordens muito parecidas. Podemos dizer que a natureza ou a matéria também é criatividade e pensamento intuitivo. Assim, num certo sentido, a natureza tem vida. E inteligência. Ela é mental e material, como nós. Se alguém é percebido como inimigo, a matéria se organiza de maneira diferente do que o faria caso se tratasse da percepção de alguém amistoso. O elétron faz praticamente o mesmo que nós, ao reagir a determinada situação. Ele observa o ambiente.

O Que Seria a Matéria para Bohm?

Bohm, falando sobre a metáfora existente no misticismo: iluminado, iluminação, fez-se a luz - chega a uma conclusão muito importante sobre a origem da matéria à luz da física moderna.
Bohm: “Quando um objeto se aproxima da velocidade da luz, segundo a relatividade, seu espaço interno e seu tempo interno mudam; o relógio se atrasa em relação a outras velocidades e a distância é encurtada. Descobre-se que as duas extremidades do raio luminoso não guardam tempo ou distância entre si, representando conseqüentemente um contato imediato (esclarecido pelo físico G. N. Lewis nos anos 20). No ponto de vista da moderna teoria de campo, os campos fundamentais são os dotados de energia superior, em que a massa pode ser negligenciada; eles poderiam se mover à velocidade da luz. A massa é um fenômeno originado da conexão dos raios luminosos em seu avanço e recuo, uma espécie de consolidação num dado esquema. Então, é como se a matéria fosse luz consolidada, congelada. A matéria não se constitui apenas de ondas eletromagnéticas, mas, num certo sentido, de outros tipos de ondas que avançam à mesma velocidade. Portanto, toda a matéria é condensação de luz em esquemas que avançam e recuam a velocidades médias, inferiores à da luz. O próprio Einstein teve vislumbres dessa idéia. Diríamos que vir à luz, significa assumir a atividade fundamental onde a existência se embasa, ou, pelo menos, aproximar-se disso”.
“A luz é o meio através do qual o universo inteiro se concentra em si mesmo… É uma condição real, pelo menos no quadro da física… A luz é energia, informação. Conteúdo, forma e estrutura. É o potencial de tudo”.

David Bohm preocupou-se com o tema da “consciência” e o fez de uma forma tão magistral que, resguardando-se a essência da sua interpretação, segundo a sua teoria, o neurofisiologista Antonio Damásio teve nele um precursor de monta: Bohm acreditava na consciência como não apartada da matéria e do processo neurofisiológico. Muitos dos leitores estarão curiosos em saber o que os colegas de David Bohm, os cientistas da física, pensariam sobre toda esta teoria que reunimos aqui.
Bohm: …”A física moderna não passa de um sistema destinado a computar e fornecer resultados empíricos. De fato, considero que toda a idéia nova deve pressupor o livre jogo da mente, sem demasiada consideração pelos resultados empíricos”.

Perguntado se os físicos convencionais aceitariam a sua teoria, Bohm respondeu – Eles já aceitaram, mas acrescentou também que eles diziam-lhe o seguinte: “Para que serve? Não produz nada diferente daquilo que já fizemos. Só nos interessam resultados empíricos. – Levá-la-emos em consideração quando começar a fazê-lo, levaremos tudo em consideração”.
O físico lamentou então “um dos erros da ciência”, também os estendendo à nossa sociedade: “O resultado empírico como principal objetivo é o que apresenta como verdade, desde que tenha por trás de si argumento lógico-matemático”.

Consensos

“O elétron “observa”, “presta atenção”, reúne informação a nosso respeito, a respeito do universo inteiro. Apreende o universo e responde de acordo com essa apreensão. Portanto, num sentido literal: ele observa”.

“O ensino da física decaiu muito; foi se tornando cada vez mais dogmático e mecânico, o que é lamentável. Todas as questões candentes dos anos 30 se desvaneceram completamente. O que se faz hoje é apresentar fórmulas aos estudantes e declarar: “Isso é a mecânica quântica”. E assim a nova geração vai escrevendo livros sem uma base sólida, esquecendo as profundas questões filosóficas que sempre foram o sustentáculo da abordagem total da física”.

“Observando a natureza, veremos que formas elaboradas e complexas não podem ser explicadas pela mera exigência da sobrevivência. Se nossa noção de tempo postula a criatividade de cada momento, então, a todo o momento, é possível que surjam novas estruturas, coexistindo com algumas antigas. Podemos então dizer que a natureza está constantemente explorando novas estruturas de maneira intencional, e, quando estas se mostram capazes de sobreviver (mediante processo de reprodução), tomam corpo e se tornam estáveis”.

“Antes da grande explosão – Big-Bang – não existiam moléculas, quarks e átomos, segundo declara a física moderna. Se pois afirmamos que havia leis fixas e imutáveis que regiam moléculas e átomos, o que acrescentaremos se remontarmos ao tempo onde eles sequer existiam? A física nada tem a dizer sobre isto. Só pode declarar que, num determinado estágio, essas partículas se formaram. Portanto, deve ter havido um desenvolvimento real em que a necessidade se fixou mais e mais num determinado campo. Vê-se isso quando se esfria uma substância que se liquefaz: primeiro aparecem grumos líquidos transientes, que depois vão se consolidando. Os físicos explicam isso alegando que as leis das moléculas são eternas; as moléculas são meras conseqüências dessas leis, meras derivações delas”.

Recuando no tempo perguntamos: “Onde estavam as moléculas? A resposta é: Bem originalmente, prótons e elétrons, que eram originalmente quarks, que eram originalmente subquarks… E chegamos ao estágio em que nenhuma dessas unidades existia e no qual esse esquema todo se esfuma! Pode-se então dizer que, em geral, os campos de necessidade não são eternos: estão constantemente se formando e desenvolvendo”.

“Além de clara e profunda, a teoria de Bohm tem o mérito de poder ser considerada a primeira, em todos os tempos, a revelar e provar no plano científico, algumas verdades seculares que até então podiam apenas ser aceitas e compreendidas pela fé”. Eduardo C. Borgonovi.

Bibliografia:
· Diálogos com Cientistas e Sábios –Renèe Weber ed. Cultrix
· O livro das Revelações – Eduardo Castor Borgonovi – ed. Alegro
· Krishnamurti, & D. Bohm – Truth and Actuality – Victor Gollanez Ltd.
· A Totalidade e a Ordem Implicada – David Bohm – São Paulo – Cultrix.

senhordafloresta

A Teoria da ordem Implícita

David Bohm - David Bohm

David Bohm e a sua teoria da Ordem Implícita

“Em outras palavras: as pessoas intuem uma forma de inteligência que, no passado, organizou o universo, e a personalizam chamando-a Deus”.
David Bohm

“Poderíamos imaginar o místico como alguém em contato com as espantosas profundezas da matéria ou da mente sutil, não importa o nome que lhes atribuamos”.
David Bohm

Nesta série não poderia faltar a presença de David Bohm, uma combinação rara de cientista filósofo e sua teoria sobre a origem da vida, da REALIDADE, do universo visível e … mais além.
David Bohm foi considerado um dos maiores físicos especulativos do mundo e um dos teóricos mais influentes da física moderna.
Seu primeiro livro (1957) “Casualidade e Acaso na Física Moderna”, tornou-se um clássico no campo da mecânica quântica e é utilizado profusamente em universidades de todo o mundo. Bohm foi aluno de J. Robert Oppenheimer e durante a Segunda Guerra Mundial estudou os efeitos do plasma nos campos magnéticos. Juntamente com outros cientistas – “chegou a uma teoria que desempenha papel importante nos estudos da fusão – fenômeno hoje conhecido como “difusão Bohm”.
Nos últimos anos da sua vida o cientista dedicava-se ao estudo dos fundamentos da teoria quântica e da relatividade, bem como em sua significação filosófica, incluindo as pesquisas feitas no Lawrence Radiation Laboratory. Em Berleley.
Pesquisando a natureza da consciência, devido aos problemas que encontrou na mecânica quântica, Bohm descobriu Krishnamurti o grande filósofo hindu, com que atou uma forte amizade. Juntos, promoveram palestras e debates sobre assuntos importantes e que depois foram publicados em livros.
A exemplo de Fritz Kunz, David Bohm é um dos pouquíssimos cientistas que “por intermédio da ciência” percebeu um universo de verdade, beleza, significação e até bondade, tornando essa percepção convincentemente viva para os demais”.
A sua teoria da ORDEM IMPLÍCITA emergiu dos estudos do cientista sobre as variáveis ocultas e a interpretação superficial da mecânica Quântica – “propondo que uma ordem oculta atua sob aparente caos e falta de continuidade das partículas individuais de matéria descritas pela mecânica quântica. Bohm, a exemplo de Einstein, mas por razões diferentes, nunca aceitou as interpretações correntes da teoria quântica”.

A Teoria da Ordem Implícita
Exposta por David Bohm

A idéia básica da ordem implícita: “Em geral, a totalidade da ordem abrangente não pode se tornar manifesta para nós; somente um certo aspecto dela se manifesta. Quando trazemos essa ordem abrangente para o aspecto manifesto, temos uma experiência de percepção. Mas isso não quer dizer que a totalidade da ordem seja apenas aquilo que se manifesta. Na visão cartesiana, a totalidade da ordem, pelo menos potencialmente, é manifesta, embora não saibamos como manifesta-la por nós mesmos. Precisaríamos de microscópios, telescópios e outros instrumentos mais”.
A sugestão básica da teoria de Bohm, de início, é a de que vivemos num mundo multidimensional e a nossa moradia está situada no nível o mais óbvio e superficial: o mundo tridimensional dos objetos, espaço-tempo, ou seja, na ORDEM EXPLÍCITA. Neste nível, explica Bohm, “a matéria é de graduação densa e embora possa ser descrita em relação a si mesma, não é a maneira de explica-la e entende-la com clareza. Infelizmente, nesse nível, é que muitos físicos trabalham hoje em dia, apresentando suas descobertas na forma de equação de significado obscuro”.
Então, o que fazer? Bohm indica o caminho: avançar para um nível mais profundo: para a – ORDEM IMPLÍCITA – a FONTE e o FUNDO abrangente de toda a nossa experiência física, psicológica e espiritual.
Esta FONTE está situada numa dimensão de extrema sutileza, ou seja, na ORDEM SUPERIMPLÍCITA . E não termina aí, além dela pode-se postular muitas ordens semelhantes “mergulhando numa fonte ou esfera infinita –n-dimensional”.
A filósofa Renèe Weer perguntou a Bohm em entrevista, se isso ocorreria como na teoria de campo de Einstein. Bohm respondeu: “Na ordem implícita, não somente lidamos sempre com o todo (como faz a teoria de campo), mas também dizemos que as conexões do todo nada têm a ver com a localização no espaço e no tempo, mas com uma qualidade inteiramente diversa, denominada abrangência”. A filósofa e entrevistadora pediu maiores explicações: em outras palavras, o importante é inexistência de locais de cruzamento ou travessia?, perguntou ela. A resposta de Bohm: “Nos modelos antigos, ou uma partícula cruza um lugar, ou uma força ou campo de energia cruza esse lugar; portanto, do ponto de vista da ordem implícita, não vemos distinção fundamental entre Einstein e Newton. Dizemos que são diferentes, mas ambos diferem na mesma medida da ordem implícita”.

O Holomovimento
Ao fundo vasto e dinâmico desta teoria, Bohm chamou –Holomovimento.
Segundo Bohm, o holomovimento está situado na esfera do que é manifesto. O movimento básico do holomovimento é o recolhimento e o desdobramento.
“Afirmo que toda a existência é, basicamente, um holomovimento que se manifesta numa forma relativa ente estável”.
Bohm explica que o fluxo está, pelo menos, numa condição de equilíbrio “fechando-se como vórtice que se fecha sobre si mesmo, embora continue a mover-se”.
A entrevistadora quer saber mais – “O senhor disse que essas seriam formas mais densas de matéria e não mais sutis ou menos estáveis”.
Bohm: “Digamos que são formas mais estáveis de matéria. Veja, até a nuvem conserva uma forma estável, de modo a ser vista como uma manifestação do movimento do vento. Da mesma maneira, a matéria como que formaria nuvens no interior do holomovimento e elas manifestariam o holomovimento aos nossos sentidos e pensamentos comuns”.
Seriam todas as entidades e… nós mesmos, com todas as nossas faculdades, formas do holomovimento? O que respondeu David Bohm a esta indagação?
Bohm: “Sim, e também as células, os átomos. Acrescento que isso começa a favorecer a compreensão da mecânica quântica: esse desdobramento constitui uma idéia direta do que é entendido pela matemática da mecânica quântica. Estamos falando precisamente sobre o que é chamado de transformação unitária ou descrição matemática básica do movimento na mecânica quântica. Trata-se simplesmente da descrição matemática do holomovimento”.

Relação entre o Holomovimento e a Matemática da Moderna Teoria Quântica
Bohm: “A matemática moderna da teoria quântica considera a partícula como um estado quantizado do campo, Istoé, um campo espalhado no espaço, mas, de alguma forma misteriosa, dotado de um “quantum” de energia. Cada onda do campo apresenta um certo “quantum” de energia proporcional à sua freqüência. Considerando-se o campo eletromagnético no espaço vazio, por exemplo, verá que cada ponto possui aquilo que se chama energia em ponto zero, abaixo do qual não pode descer, mesmo não havendo energia disponível. Se se pudesse juntar todas as ondas em uma região qualquer, se descobriria que estão dotadas de uma quantidade infinita de energia já que é possível um número infinito de ondas. Entretanto, talvez se esteja certo em supor que a energia não pode ser infinita, que não é possível continuar adicionando infinitamente ondas cada vez mais curtas, cada qual contribuindo para a energia. Deverá haver uma onda de comprimento mínimo, caso em que o número total de ondas saia finito, como finita também seria a energia.
Qual seria o comprimento mínimo? Parece existir razão para suspeitar que a teoria gravitacional será capaz de proporcioná-lo, de acordo com a relatividade geral, o campo gravitacional também determina a significação de “comprimento” e mensuração. Quando afirmamos que o campo gravitacional é constituído de ondas quantizadas dessa forma, descobre-se que existe um determinado comprimento abaixo do qual o campo gravitacional se tornaria indefinível em virtude do movimento em ponto zero; não se poderia, então, definir o comprimento. Assim, pode-se afirmar que a propriedade da mensuração, o comprimento, desaparece a curtas distâncias, num local em torno de 10‾33 cms. É uma distância vem pequena, pois as distâncias mais curtas que os físicos demonstraram são de 10‾16 cms, mais ou menos, ou seja, um longo caminho a percorrer. Caso se avaliasse a quantidade de energia no espaço, com essa onda de comprimento mínimo, concluir-se-ia que a energia existente num centímetro cúbico ultrapassa de muito a energia total da matéria conhecida no universo, Como entender tal coisa?
Assim: a teoria moderna afirma que o vácuo contém toda a energia até então ignorada (pelos físicos) por não poder ser mensurada por instrumentos. Ora, nos termos da filosofia, apenas o que pode ser mensurado por instrumentos dever ser considerado real, em que pese o fato de alguns físicos informarem a existência de partículas absolutamente não-mensuráveis por qualquer instrumento. Só o que se pode dizer é que o atual estágio da física teórica implica a aceitação de que o espaço vazio possui essa energia, sendo a matéria tão somente u pequenino desdobramento dela. Assim, a matéria não passa de uma minúscula onda nesse portentoso oceano de energia, embora dotada de relativa estabilidade e revestida de caráter manifesto. Adianto, pois, que a ordem implícita aponta para uma realidade que ultrapassa de muito aquilo que denominamos matéria. A matéria é apenas uma ondazinha nesse contexto… Nesse oceano d energia, precisamente, que não está primordialmente no tempo e no espaço, mas na ordem implícita… Não manifesta. E pode manifestar-se nessa pequenina porção de matéria… Supõe-se que a fonte última é imensurável, fora do alcance de nosso conhecimento. São estes os termos da física contemporânea.
Bohm faz uma importante descoberta , esclarecendo como a energia que emana do TODO, da ordem implícita, pode assumir aspectos diferentes em indivíduos diferentes. Ele esclarece as dúvidas dizendo que “o todo é enriquecido pela introdução da diversidade e pela realização da unidade da diversidade… A individualidade só é possível enquanto desdobramento do todo. Seria ela, então, um egocentrismo?”
O cientista-filósofo afirma que o egocentrismo não pode ser confundido com individualidade, o primeiro é baseado na auto-imagem, um erro, uma ilusão. A segunda desdobra-se a partir do todo de maneira particular e num momento particular”.

Amanhã terminamos.

senhordafloresta

Radiância e alimentação saudável.

bagua2 1 2 3 4 - bagua2 1 2 3 4

André Simoneton foi um engenheiro francês que acreditava na “varinha de condão”. A sua varinha era composta por um pêndulo amarrado em um cordão… Exatamente, a mesma aparelhagem usada na arte da rabdomância ou radiestesia. Na França, a radiestesia não era e não é vista como charlatanismo ou bruxaria. Na atualidade o professor Yves Rocard - Colégio de França - chefe do departamento de física da prestigiada Escola Normal Superior é famoso por ser ao mesmo tempo, um físico brilhante e um radiestesista, ou rabdomante admirável.
Radiestesia ou rabdomância é o nome cunhado pelo abade Bouly em relação à busca de radiações além do espectro eletromagnético. Bouly cunhou esta palavra a partir da palavra grega para sensibilidade e da latina para “radiância’.
Apesar da sua fama sugerir que a radiestesia se destina à busca de lençóis d’água, na realidade esta arte tem um sentido de busca maia ampla sem um objetivo certo. A título de curiosidade, no ano de 1972 John Shelley, da marinha Americana, encontrou o seu pagamento escondido por brincadeiras engendradas pelos seus colegas marinheiros, apenas usando a sua varinha de condão. (Pensacola - Flórida). Acontece que John Shelley era um mestre na área e era ex-presidente da Sociedade Americana de Rabdomantes.
Desde os albores das grandes civilizações da História da Humanidade, a radiestesia ou rabdomância praticada pelos chineses, hindus, egípcios, persas, medas, etruscos, gregos e romanos. Como se vê, a sua idade e constância na história dos seres humanos, nos faz crer que os seus resultados não são para serem desprezados…
Grandes vultos históricos e científicos recorreram ao estudo da radiestesia e alguns deles, com Christopher Von Schenberg, se fizeram retratar segurando uma varinha. O físico, Dr. Zaboj V. Harvalick, ex-consultor científico (está aposentado) da Agência de Conceitos de Materiais Avançados do Exército Americano, estudando e usando a radiestesia, diz esperar que a física possa chegar a vir explicar os fenômenos decorrentes desta arte. Harvalick chegou a algumas conclusões após testes meticulosos. Diz ele que os radiestesistas reagem a campos magnéticos artificiais alternantes numa amplitude de freqüência de um a um milhão de ciclos por segundo e a campos magnéticos de corrente contínua… Captam gradientes de campos magnéticos, quer estejam procurando água, tubos, fios, túneis subterrâneos ou anomalias geológicas.
A exemplo de um bispo do interior de São Paulo (já falecido) o americano Henry Gross - Maine, quem mereceu três livros do romancista histórico Kenneth Roberts, é perito na radiestesia com mapas. Gross executou a proeza de indicar num mapa estendido na mesa da cozinha da sua casa, os pontos corretos onde iria se encontrar água, numa ilha longínqua, sob o governo britânico, de Bermuda. Os poços perfurados no local confirmaram a predição. O já citado físico Harvalick supõe que a rabdomância com mapas, pertença à ação de forças ainda misteriosas, que ainda nos são desconhecidas. A firma “interference Consultants Company”, Concord-Massachussets, de Rexford Daniels desde há 25 anos dedica-se e lidera o estudo das interferências das emissões eletromagnéticas proliferadas e de seus efeitos ambientais densos sobre o homem. Daniels está convencido da existência no universo de uma força global, inteligente e responsiva, superior a todas as outras. A área de operação desta energia seria um espectro de freqüências não vinculado, necessariamente, ao espectro eletromagnético. Acredita também que é accessível aos seres humanos. Daniels explica a necessidade de investigação constante para detectação desta força imperfeitamente definida, mas de grande utilidade, e a grande tarefa seria a especulação por parte da ciência, de todos os aspectos deste sistema.
André Bovis francês de nascimento morreu durante a Segunda Guerra Mundial. Ficou célebre, primeiramente, através dos seus estudos a respeito da conservação de animais e alimentos colocados dentro dos protótipos da Grande Pirâmide de Kéops. Suas pesquisas o levaram a descobrir qual seria a explicação para este grande mistério: as correntes magnéticas da terra, positivas na direção norte-sul e negativas na direção leste-oeste. Todos os corpos conseguem captar essas correntes na superfície do planeta e se colocarmos um corpo na direção norte-sul ele será mais ou menos polarizado, na dependência da sua forma e consistência.Bovis explica o detalhe: essas correntes telúricas em contato com os corpos humanos (positivas e negativas) “entram por uma perna e saem pela mão oposta. Ao passo que as correntes cósmicas entram pela cabeça e saem pela outra mão ou pé”. Elas podem se esvair também, através dos nossos olhos abertos.
Estas são conseqüências que ocorrem com todos os corpos que contém água - “acumulam essas correntes e são capazes de irradiá-las lentamente”, afirmava Bovis. Nesta irradiação, reagem a outras forças magnéticas nos objetos, conseqüentemente, afetam o pêndulo na mão do radiestesista cujo corpo encarna o papel de um condensador variável e atuará como detector, seletor e amplificador de ondas curtas e ultracurtas, agindo como ponto de passagem da eletricidade animal descoberta por Galvani, para a eletricidade inanimada de Volta.
Segundo Bovis, o pêndulo é também um admirável detector de mentiras por modificar as radiações, alterando-as e aos comprimentos de onda, conforme se diga a verdade (nada se altera) ou a mentira, fazendo os comprimentos de onda mais curtos e negativos.
André Simoneton aprendeu com Bovis a técnica da radiestesia em relação aos alimentos e a sua avaliação. Pode então, estabelecer a sua irradiação em angstroms. Os alimentos que irradiam de 8 mil a 10 mil angstroms, no biômetro inventado por Bovis, obrigam o pêndulo a girar à velocidade de 400 a 500 revoluções por minuto num raio de 80 milímetros. Os cozidos não possuem energia alguma que faça girar o pêndulo. Simoneton expôs suas descobertas no livro: As Radiações dos Alimentos”, prefaciado por Louis Kervan que diz aos que se opõem contra a escolha vital dos alimentos; o angstrom não é uma medida mais arbitrária do que a caloria usada na nutrição.
Ainda jovem, Simoneton serviu no exército francês na 1ª Guerra Mundial, no setor do radio, segundo ele, que se achava no mesmo pé onde hoje está a radiestesia ou rabdomância.Nesta ocasião, Simoneton trabalhou também com o ofício de Broglie, que estabeleceu mais tarde que “cada partícula, atém um fotônio de luz, associa-se a um comprimento de onda”.
Com tal companheiro como mestre, Simoneton, além da sua prática em lidar com o rádio e também com a engenharia elétrica, pode avaliar perfeitamente o conhecimento exibido por Bovis o que não podia ser classificado, em momento algum, como charlatanismo.
Simoneton preconizava o tempo em que as vacinas feitas com o suco radiante das plantas substituiriam os corpos e carcaças de animais e que, para consertar o mundo, os médicos iriam usar fones de ouvido, como os operadores do rádio, e através das freqüências recebidas dos pacientes, descobririam os seus males, transmitindo-lhes por sua vez, as freqüências que os curariam das suas doenças, restabelecendo-lhes a saúde e o vigor. Além desta profecia, ele dividiu os alimentos de conformidade com a sua radiância em quatro grandes grupos, detalhando minuciosamente as suas propriedades alimentícias que garantiriam a todo o mundo uma alimentação saudável, benéfica e recuperativa de energias gastas, radiante.

Fontes:
A Vida Secreta das Plantas - Tompkins e Bird - Ed. Expressão e Cultura
Leitura obrigatória para quem quer adquirir uma “saúde de ferro”. Todos os alimentos secionados por André Simoneton estão minuciosamente descritos e com a sua radiância em angstroms no capítulo 18 - A Procura Magia de Plantas para a Saúde.

senhordafloresta

Frase do dia

.

Oshho 1 - Oshho 1

“Estou aqui para dizer-lhes algo que é absolutamente inacreditável: que vocês são deuses e deusas. Vocês se esqueceram disso.”

- Próxima Página »