Sempre me pedem explicações sobre alguns métodos de trabalho que fazem parte de meu cotidiano. Na maioria das vezes as pessoas entendem, mas ficam pensativas por muito tempo. Ao verem ou sentirem o resultado, é que passam a acreditar e então requisitar meus trabalhos.
Aqui na Região Bragantina, onde desempenhamos um trabalho há uns três anos, temos um caso interessante de controle das geadas numa plantação de frutas (Pêssego) que foi interessante. Os trabalhadores me chamavam de “macumbeiro” pois as vezes eu estava distante e através da Radiônica controlava essa intempérie. Geava no entorno e a área do trabalho se mantinha normal.
Outro trabalho interessante, foi o controle dos morcegos na época da frutificação dos pesegueiros. Fizemos um trabalho para que os morcegos atingissem apenas cinco por cento da produção, afinal eles também precisam sobreviver, e o pessoal ficou desconfiado, mas passou.
Em alguns casos de lavouras de cafeeiros, tratamos da plantação a distância, através de nosódios e Homeopatias e os resultados são fantásticos.
Bom voltando ao assunto do trabalho, vou colocar abaixo um “apanhado geral” sobre o que é Radiestesia e Radiônica. Tenho a convicção que aqueles que se propuserem a ler, ficarão contaminados por essa forma de trabalho, que é limpa, sustentável e ecológicamente correta.
Dissertando sobre o assunto
Nós vivemos enredados no corpo etérico do planeta, sujeitos ao fluxo incessante de energias e forças que circulam pelo sistema solar. Nós também estamos sujeitos às energias que emanam da própria Terra e das formas pensamentos de todas as criaturas, em todos os planos.
A partir da Teoria da Relatividade de Einstein, passamos a saber que as partículas materiais podem ser criadas a partir da pura energia e voltar a ser pura energia. A equivalência entre matéria e energia é expressa pela famosa equação E=mc2. As teorias de campo transcenderam definitivamente a distinção clássica entre as partículas e o vácuo. Segundo Einstein, as partículas representam condensações de um campo contínuo presente em todo o espaço.
Participamos de um espectro onde existem, ao mesmo tempo, todas as realidades possíveis. Há uma íntima interconexão entre sistemas diferentes que não estão em contato espacial. Tudo está interconectado. O Universo Isto é, somos energia e estamos imersos em um universo de pura energia. Estamos em um universo Omnijetivo. Não há um mundo físico separado é um pensamento gigante, em vez de uma gigantesca máquina.Somos participantes, não observadores. A humanidade está no limiar do incrível.
Mas, que energia é esta que nos rodeia, faz parte de nós e de todo o Universo? Desde o início da humanidade conhecemos esta forma de energia sutil e que, ao longo dos tempos, foi recebendo diferentes nomes.
Os Hindus, mais de três mil anos antes de Cristo, já a conheciam como “prana”. Seria uma energia não-física que absorvemos pelos Chackras. Hermes Trimegisto, a denominava “Telesma”. Platão, a chamava “nous”. Hipócrates dizia que era “Via Medicatrix Naturæ”, também a chamava “Ignis Subtilissimus” (fogo sutil). Aristóteles a denominava “Causa Formativa”. Paracelso, “Alcahest”. Os alquimistas a chamavam “Quinta Essência”. “Espírito Universal” é como era conhecida pelos ocultistas. Os orientais (China, Japão, Coréia) sempre a chamaram “Chi”, desde tempos imemoriais.
Pois é justamente esta energia, este princípio primordial do Universo, a responsável pelo funcionamento dos pêndulos, forquilhas e todos os aparelhos da Radiônica.
A Radiestesia, base da Radiônica, tem suas raízes fundadas na madrugada do mundo. É um dos instintos mais puros do homem, porque sua essência faz parte da tradição.
Dos registros da pré-história, com suas pinturas ruprestes e seus “bastões de comando”, temos os primeiros instrumentos de Radiestesia e de Radiônica. As pinturas representavam um “gráfico radiônico” fixando os objetivos a serem atingidos. Os homens daquela época, seguiam a pista de animais com um bastão, geralmente feito de madeira (ou osso e chifre de animais). Quando precisavam caçar, com um comando mental, “apagavam” a imagem dos outros animais, concentrando-se apenas naquele representado na gravura e o “bastão de comando” os levava até o objetivo.
Em todas as tribos primitivas sempre havia uma pessoa, por nós chamada de “feiticeiro” ou “bruxo”, no qual a tribo confiava para escolher o lugar para o povoado, para a caça, as nascentes de água, as ervas para cura, etc. E, em todas as culturas, estes “feiticeiros” são sempre caracterizados de formas semelhantes. Uma delas é estarem segurando na mão uma vara ou algo semelhante, lembrando bastante as varas ou forquilhas radiestésicas.
Também as “varinhas mágicas” das bruxas e bruxos que nos vêm dos contos de fada, não passam de instrumentos radiestésicos, assim como é quase impossível imaginar a figura de um Druida, sem o mesmo estar com seu cajado.
Durante a Idade Média a Radiestesia, embora uma prática comum, era condenada como bruxaria e seus dons como sendo, a priori, obras do demônio. O curioso é que nesta época, muitos padres, abades e até bispos se destacaram nesta arte, embora não deixassem de ser considerados perigosos.
No início do século XVII, Jean Chatelet, Barão de Beausolei, juntamente com sua esposa descobriu grande quantidade de minas na Alemanha, Suécia, Itália e França. Só na França foram mais de cento e cinqüenta minas de metais preciosos e cristais. Resultado por ajudar a Coroa Francesa a enriquecer? Foram condenados pelo cardeal Richelieu, sem julgamento, por bruxaria. O verdadeiro motivo, entretanto, foi terem pedido pagamento por seus trabalhos.
Foi a partir de 1657 que a situação começou a mudar. O jesuíta Gaspard Schott, depois de ver uma forquilha movimentar-se nas mãos de um homem “piedoso e justo”, passou a defender seu uso. Em 1693, O abade de Vallemont escreve a obra “A Física oculta ou tratado da forquilha”.
Em 1798, Antoine de Gerboin, professor da Faculdade de Medicina de Strasburgo, ficou curioso vendo o filho de uma amiga brincar com uma esfera de madeira suspensa por fio, e fazendo a mesma oscilar sem mexer as mãos. A observação levou a uma série de experiências, que resultaram no livro: “Pesquisas experimentais sobre uma nova forma de agir da Eletricidade.”
Desde então a popularidade do pêndulo foi crescendo, reduzindo-se consideravelmente a da forquilha.
O uso desta energia sutil que forma todo o universo, por meio de dispositivos ou aparelhos, começa com Paracelso, nascido em 1490 na Suíça. Grande pesquisador da natureza, Paracelso usava imãs, nos quais colocava propriedades terapêuticas, para remover distúrbios no campo da energia vital. Mas, o maior defensor de uma forma de magnetismo que poderia ser transmitida entre seres vivos foi Franz Anton Mesmer.
Mesmer, após diversas pesquisas, chegou a conclusão que ele era o possuidor da energia e não os imãs. A esta força deu o nome de Magnetismo Animal. Então qual seria o poder dos imãs? Os imãs seriam os que comunicavam, armazenavam e transmitiam esta energia. O Dr. D’Eslon, grande discípulo de Mesmer, publicou um livro sobre o Magnetismo Animal, dizendo que este é um fluido universal que enche a natureza, e que o corpo humano tem propriedades semelhantes às de um imã, as quais podem se comunicar de um corpo ao outro. E, uma idéia muito importante: esta força pode operar a grandes distâncias sem a intervenção de nenhum corpo, bem como pode ser comunicado, propagado, aumentado pelo som, acumulado e concentrado.
Sem sombra de dúvidas, o pai da Radiônica tal como a conhecemos hoje, é o Dr. Albert Abrams (1863 - 1924). De origem social privilegiada, o Dr. Abrams teve sua formação em medicina realizada nas melhores universidades da época, vindo a ser Diretor e catedrático de Patologia Clínica da Universidade de Stanford de San Francisco, Califórnia. Com mais de dez livros publicados sobre temas médicos, onde se incluíam as energias humanas, faleceu em 14 de janeiro de 1924, pouquíssimo tempo antes de ver inaugurado um hospital que trabalharia segundo suas descobertas.
Em suas pesquisas descobriu que cada órgão funciona como um sistema separado de emissor de ondas de rádio, emitindo ondas de uma freqüência específica e que quando este órgão está doente, a freqüência se altera. Com isto, poderia criar um circuito que, através da leitura das freqüências obtidas, ajudaria a fazer um diagnóstico mais preciso.
Também, conforme a pessoa estivesse ou não alinhada com os pontos cardeais, obtinha sons diversos conforme percutisse diversas regiões do corpo. Igualmente, se ligasse uma pessoa sã por um fio a uma pessoa doente, os sons obtidos na pessoa sã, indicariam quais os órgãos doentes da outra pessoa. Como não usava eletricidade, mas, simplesmente lia as freqüências emitidas, começou a descobrir que radiação emitia cada órgão doente.
Abrams também chegou a conclusão que os remédios curavam pela energia que os mesmos emitiam, por sua energia, e não por suas propriedades químicas. Assim, se emitisse vibrações iguais às de um órgão sadio, pelo fenômeno da ressonância, os tecidos doentes ficariam curados.
Se considerarmos que estamos imersos em um mar de energia, todos estamos interconectados. Assim, a partir do momento em que nos concentramos em transmitir uma forma de onda para alguém ou algo, entramos em um estado de sobreposição quântica com nosso alvo. Tudo o que fizermos será transmitido INSTANTANEAMENTE ao alvo desejado. Como exemplo, um radionicista, com um aparelho de medição fez, por meio de uma foto, medição dos sinais vitais dos astronautas da Apolo 11, mesmo quando estavam do outro lado da lua, fora do alcance dos computadores da NASA e dos sinais de rádio convencionais.
Outro fato: uma vez, quando o pessoal da UKACO estava fazendo irradiação sobre uma lavoura, alguém, acidentalmente, desligou o aparelho. A partir daí, descobriram que o aparelho não precisava estar ligado para funcionar. J. Pagot, pesquisador francês, descobriu que, se desenhar os circuitos elétricos em um papel e fizer um “boneco” do aparelho radiônico, os resultados são os mesmos.
Como assim? Um aparelho não precisa estar ligado, ou mesmo existir, para funcionar? Como funciona então? Por meio da mente do operador. É indispensável a presença de um operador para fazer funcionar um aparelho radiônico. Através dos processos mentais estamos constantemente criando formas-pensamento. Algumas permanecem nebulosas e são fugazes, outras, se ativadas for força da memória e da concentração, agregam uma quantidade suficiente de matérias etérea e astral à sua volta para, finalmente, se manifestarem no plano físico.
Certas formas geométricas, obtidas por meio de pesquisas, servem de canal entre o operador e seu alvo. Existe algo que se chama “Energia da Forma” (conhecem mandalas?) e que age como amplificador e ponto focal do operador.
Bom espero que se interessem pelo assunto.
estou sempre ao dispor de quem precisar.
Fraterno Saudações:
Senhordafloresta